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MTur cria Rede Brasileira de Cidades Criativas

Com o objetivo de promover a cooperação entre cidades que identificam a criatividade como um fator estratégico para o desenvolvimento urbano e turístico sustentável, o Ministério do Turismo (MTur) criou a Rede Brasileira de Cidades Criativas (RBCC) – em parceria com o SEBRAE Nacional e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O modelo é inspirado na Rede Mundial de Cidades Criativas da Unesco, que conta com a participação de 12 cidades brasileiras, e representa um ganho de diferencial competitivo para as cidades que aderirem ao projeto. 

“Nossa intenção é promover o intercâmbio de conhecimento entre os participantes das cidades que entendem as atividades do turismo e da economia criativa como importantes fatores de desenvolvimento social e territorial. Cidades criativas e inteligentes são melhores para os moradores e consequentemente para turistas. A Rede facilitará o acesso às ações, projetos e programas que contribuirão com gestores públicos, sociedade civil e empresas privadas”, afirmou o ministro do Turismo, Carlos Brito.

Caberá ao Ministério do Turismo, por meio do Departamento de Inteligência Mercadológica e Competitiva do Turismo da Secretaria Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo e, também, do Departamento de Empreendedorismo Cultural da Secretaria Nacional de Economia Criativa e Diversidade Cultural, da Secretaria Especial da Cultura, a definição das formas de funcionamento e os instrumentos de comunicação da Rede.

Ficarão responsáveis, ainda, por ações como a realização de processos seletivos para adesão à Rede; o monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas pela RBCC; produção e divulgação do boletim informativo sobre as ações da Rede; bem como elaboração de relatório anual com a avaliação dos resultados da RBCC, entre outros, conforme portaria.

Poderão integrar a Rede representantes de órgãos públicos e privados das cidades participantes, como: prefeituras; secretarias municipais, estaduais e distrital; empresas privadas; entidades privadas sem fins lucrativos; serviços sociais autônomos; instituições financeiras; instituições de ensino e de pesquisa e observatórios. Profissionais autônomos e representantes de órgãos públicos federais também poderão participar.

Caberá aos seus integrantes a elaboração e execução de um plano de ação bienal; o estímulo à produção de conhecimento sobre cidades criativas e divulgação de ações, dados, iniciativas e projetos de interesse comum; o compartilhamento de conhecimentos de modo a possibilitar o surgimento de soluções para os problemas comuns, disseminando-as pelos agentes da Rede em outros lugares, facilitando assim o acesso à inovação e à difusão dos casos de sucesso; entre outros.

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