Em um ano de dificuldades financeiras, otimizar e economizar na contratação de hospedagem corporativa é meta de muitos gestores de viagens, uma vez que os gastos com hospedagem estão em segunda colocação no ranking das maiores despesas em viagens corporativas, atrás apenas de passagens aéreas, de acordo com o GBTA (Global Business Travel Association).
Para auxiliar gestores de viagens a otimizar os custos, a HRS, empresa global em reservas de hospedagem corporativa, traz cinco dicas importantes a serem levadas em conta antes, durante e após a contratação de hospedagem corporativa.
O primeiro passo é analisar a fundo a conta de viagens corporativas da companhia, suas particularidades, os comportamentos de compra e cultura. Porém é fundamental conhecer as características dos viajantes. “Verificar os tipos de negócios, área de atuação, perfil de compras e características do viajante, analisando sua geração (X, Y, Z, etc.), suas expectativas e necessidades. Ter essa visão é tão importante quanto conhecer a empresa e sua cultura”, explica Eduardo Murad, diretor de vendas para a América Latina da HRS.
Para que a empresa tenha maior aderência de seus viajantes às políticas e procedimentos, é essencial que estas sejam amplamente difundidas dentro das corporações. As regras devem ser claras e acessíveis a todos os colaboradores, atendendo a todos os tipos e perfis de viajantes.
“Vale a pena economizar U$10,00 por um hotel mais distante e ter que gastar mais para ir da hospedagem até o local da reunião com um taxi, por exemplo?”, questiona o executivo da HRS. Por isso que analisar o valor das diárias é tão importante quanto calcular todos os custos que estão envolvidos na viagem.
A HRS oferece uma solução de Inteligent Sourcing na qual focamos as negociações de nossos clientes corporativos com objetivo de reduzir custos e levando em consideração todos esses pontos para uma redução significativa dos custos totais das viagens corporativas das empresas.
Peça para que os viajantes apresentem suas opiniões sobre o hotel e a qualidade dos itens inclusos nas diárias (os chamados amenities, como café da manhã e internet, por exemplo) ou a distância percorrida nos deslocamentos e atendimento.
“Quando sabemos o que faltou em determinada viagem podemos melhorar as próximas experiências dos viajantes, principalmente no que diz respeito às negociações com os hotéis, uma vez que os feedbacks dos viajantes são colocados na mesa de negociação. Entender as necessidades dos viajantes fará o gestor buscar atender às expectativas em uma próxima oportunidade, sem perder o foco na negociação e redução de despesas”, finaliza Murad.

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