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Festas juninas movimentam economia e geram emprego no País

As festas juninas se mostram, cada vez mais, como indutores do turismo no Brasil, com os números da movimentação turística e econômica dos destinos que realizam os eventos. Dentro deste panorama, o Nordeste confirma sua vocação como realizador de grandes festejos juninos. Em Campina Grande (PB), a movimentação financeira é estimada em R$ 200 milhões, crescimento de 25% em relação a 2016. O Parque do Povo, local da festa, recebeu 2,5 milhões de visitantes nos 30 dias de evento. No Maranhão, as festas típicas espalhadas pelo estado geraram movimentação econômica de R$ 60 milhões, sendo R$ 20 milhões apenas no São João de Todos de São Luís. Foram contratados 425 grupos culturais, que realizaram cerca de mil apresentações durante todo o período junino. Na região Norte, onde acontecem as disputas entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins recebeu 70 mil turistas e gerou cerca de 4,5 mil empregos diretos e indiretos, injetando R$ 100 milhões na economia local segundo a Amazonastur. No Pará, o Arraial dos Caetés em Bragança (PA) recebeu mais de 50 mil pessoas em quatro dias com a geração de 1,2 mil empregos diretos e indiretos e movimentação econômica de R$ 124,5 mil reais, beneficiando comunidades tradicionais e produtores de farinha, o ouro branco da região.

“Os números comprovam que estamos no caminho certo para fazer do São João um produto turístico capaz de atrair visitantes de todos os lugares. Apenas este ano, o Calendário Nacional de Eventos do Ministério do Turismo reuniu mais de 100 festejos em todas as regiões do país, mas precisamos dar visibilidade para as festas e possibilitar que elas se estruturem para receber cada vez mais e melhor o turista”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

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