Entrevistas
Três perguntas para Claudia Marino, do Fasano

Dezessete anos se passaram desde que Cláudia Marino ingressou no time do grupo Fasano. A profissional, que em setembro de 2019 assumiu a posição de diretora de Operações de Hotéis da companhia, iniciou sua trajetória como gerente de Recepção da unidade paulista em 2005, passando por vários cargos gerenciais até assumir a atual posição, pela qual se diz apaixonada, apesar do grande desafio e da imensa responsabilidade. “São hotéis em diferentes cidades, diferentes países, com cultura diversificada e frequentados pelos mesmos hóspedes que esperam encontrar o mesmo padrão de atendimento, de cuidado e carinho em todas as nossas propriedades. Para isso, estamos focados na retenção, treinamento e desenvolvimento de talentos”.

1 – Durante algumas décadas o Fasano surfou praticamente sozinho no segmento da hotelaria de luxo “elegante”.  Como a marca percebe a chegada dos novos players do segmento? Existirá uma competição direta?

Acredito ser muito rico quando temos concorrentes, principalmente quando são concorrentes de “peso”. Essa movimentação nos faz melhorar cada vez mais, o que é fundamental para o nosso tipo de negócio, e faz com que o destino se torne cada vez mais consolidado.

2 – O luxo baseado somente no hardware acaba sendo vazio. Desde a época do clássico restaurante Fasano, a companhia forma profissionais de alto gabarito para atender a proposta de elegância da propriedade. Como está a movimentação desses colaboradores com a chegada de outros hotéis. O assédio é grande?

O assédio é muito grande e, sinceramente, é normal. Somos reconhecidos como formadores de profissionais voltados e treinados para a entrega de excelência na prestação de serviços. Costumo dizer que a nossa maior missão é cuidar com muito zelo de quem cuida de nossos hóspedes. É focar na experiência de nossos colaboradores e não apenas na dos clientes. Com a expansão do grupo, estes colaboradores são essenciais para levar o DNA da marca às novas propriedades a fim de treinar e serem exemplos para aqueles que estão chegando. 

3 – O Fasano vem apresentando um plano de expansão para praças, de certa forma, inusitadas no Brasil, como Salvador, Belo Horizonte, Trancoso e Angra. Extrapolando as fronteiras, chegou a Nova York. Como está o plano de expansão internacional e qual é o pipeline da companhia?

Particularmente, fico muito feliz e orgulhosa com essa expansão. Quando iniciei minha trajetória no Fasano, em 2005, havia apenas o Hotel Fasano São Paulo. Hoje, estamos caminhando para o 10a unidade, o Fasano Itaim, com inauguração prevista para dezembro deste ano. O plano de expansão internacional é bastante importante para o Grupo. Teremos, em 2024, a abertura do Hotel Fasano Miami.

A entrevista foi publicada na edição 422  que pode ser lida aqui ou no nosso app, disponível para download na Apple Store e no Google Play

One thought on “Três perguntas para Claudia Marino, do Fasano”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *