Prazeres do vinho
Hotéis investem em experiências enogastronômicas
Já dizia o ditado italiano: buon vino, tavola lunga. Ou seja, se o vinho for de boa qualidade, muitas pessoas irão se reunir para degustá-lo. Apesar de o consumo desta bebida no Brasil estar longe de se igualar a países com mais tradição – aqui o consumo é de 2,2 litros por pessoa por ano, contra 42 litros na França, por exemplo -, o mercado está em ascensão e o público brasileiro se mostra mais interessado no assunto. De olho neste nicho, empreendimentos hoteleiros estão investindo na enogastronomia como uma nova experiência para seus clientes.
A presença do vinho em mesas de todo o mundo é antiga e relatada em diversas civilizações, inclusive nas mitologias gregas e romanas, com Dionísio e Baco, os deuses do vinho. Quem ajudou sua popularização foi a Igreja Católica durante a Idade Média, com a utilização nos rituais dessa religião. Por conta disso, relata-se que as primeiras vinícolas organizadas foram montadas por monges cristãos, que vendiam parte da produção, que era consumida por nobres e, posteriormente, pela população. A enogastronomia é entendida como a arte de harmonizar os vinhos e os alimentos. O processo leva em conta as características gustativas e olfativas das bebidas, casando da melhor forma com cada prato servido, exaltando suas melhores qualidades.
Leia a matéria completa na página 32 da edição 401.

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