A Atlantica Hospitality International passou a integrar oficialmente o Fórum Empresas com Refugiados, iniciativa conduzida pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e pelo Pacto Global da ONU no Brasil. O fórum reúne empresas e organizações que buscam ampliar a inclusão de pessoas refugiadas no mercado de trabalho brasileiro.
Com a adesão, a equipe de Gestão de Pessoas & Cultura (GP&C) da companhia terá acesso a grupos de trabalho, intercâmbio de experiências e compartilhamento de boas práticas com empresas de diferentes setores. A participação também prevê acesso a guias especializados e orientações técnicas da ONU para apoiar os processos de documentação e contratação, com foco em conformidade, segurança jurídica e eficiência operacional.
“Termos parceria com o Fórum Empresas com Refugiados consolida a expansão nacional do projeto ‘Portas Abertas’, que nasceu das primeiras contratações realizadas em alguns dos hotéis da rede em São Paulo. O objetivo é estruturar o processo de recrutamento e fidelização desses profissionais com o suporte técnico da ONU, mostrando ao setor que a inclusão social se traduz diretamente em eficiência operacional”, afirma Fernando Morais, diretor de Gestão de Pessoas & Cultura da companhia.
Portas Abertas: inclusão com estrutura e escala
A contratação de pessoas refugiadas na Atlantica começou no hotel Clarion Faria Lima, em São Paulo. Foi dessa experiência que nasceu o Portas Abertas, um dos pilares do Aja pelas Pessoas, frente do programa ESG da companhia. Hoje, a iniciativa está presente em toda a rede e foi ampliada para impulsionar a empregabilidade de talentos de diversos contextos e momentos de carreira, como profissionais 50+, jovens no primeiro emprego, pessoas com deficiência, pessoas neurodivergentes e a comunidade LGBTQIAPN+, além das pessoas refugiadas.
- Atualmente, são 85 colaboradores em situação de refúgio em 28% dos hotéis da rede.
- A meta é chegar a 40% dos hotéis com profissionais refugiados em suas equipes até o fim de 2026.
- A ação vai além da contratação: busca estruturar um processo consistente de recrutamento, integração, desenvolvimento e fidelização desses profissionais.
“Para nós, o projeto reforça a estratégia de diversidade e impacto social da empresa ao conectar a operação a talentos de alta capacidade e engajamento. Profissionais em situação de refúgio agregam um valor expressivo às nossas equipes por sua dedicação, resiliência e constante busca por evolução. Trata-se de uma via de mão dupla legítima: a hotelaria ganha em qualidade de execução, disciplina e repertório cultural, enquanto oferece caminhos consistentes de desenvolvimento e ascensão profissional”, complementa Morais.

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