Aconteceu na manhã desta quarta (20), na Câmara de Vereadores de Sao Paulo, uma audiência pública proposta pelo vereador Paulo Frange PTB e aceita pela Comissão de Política Urbana Metropolitana e Meio Ambiente. Presidida pelo vereador Souza Santos (PRB), a audiência abriu uma discussão sobre o Projeto de Lei 232/2017, de autoria do vereador Paulo Frange, que dispõe sobre a instalação e o funcionamento de meios de hospedagem classificados como “cama&café”, ou B&B, no município de São Paulo.
A proposta de discussão considera que esse novo sistema de hospedagem é muito usual e que anualmente cresce a passos largos, juntamente com aplicativos. Em destaque o Airbnb, que nesse modelo de negócio movimenta o turismo, a economia local e a renda doméstica e ainda não tem modelo de regulamentação e ou tributação.
Durante a audiência, o Airbnb se promoveu de forma organizada. Além de trazer seu corpo jurídico, compareceu com a executiva da empresa Flávia Matos, ex-diretora executiva do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), que também apresentou argumentos de defesa ao modelo de negócio de sua companhia.

A hotelaria tradicional esteve representada pelo presidente do FOHB, Manuel Gama, o diretor executivo da entidade, Orlando de Souza, além de representantes da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e da Confederação Nacional do Turismo (CNTur). Porém, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Nacional (ABIH), presidida por Dilson Jatahy Fonseca Jr, e sua sucursal de São Paulo, presidida por Bruno Omori, não estavam presentes.

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