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Turismo criativo e direito autoral são temas do HotelCor Talks

Depois de passada a emoção de retornar aos encontros, chegamos ao segundo dia da Hotel Food Nordeste (HNF), que acontece no Centro de Convenções Pernambuco, em Olinda, de 3 a 5 de novembro, e que também abriga nosso projeto HotelCor. Hoje (4), a proposta foi eclética, mas nem tanto. A arte sempre esteve presente.

Começamos com a ilustre presença da escritora, hoteleira e empreendedora Larissa Almeida, uma Pernambucana que acredita e estuda o turismo criativo como forma de geração de riqueza. Larissa, em sua fala, não só teorizou, mas apresentou inúmeros casos reais onde o turismo criativo transforma, pelo profundo conhecimento que proporciona, não só o turista, mas também empresas ligadas ao turismo criativo responsáveis pelo destino que exploram ou visitam.

Depois, ainda ligado à cultura, mas agora no tema de direitos autorais, Isabel Amorim Sicherle, CEO do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), explicou como os diretos autorais são cobrados e como são distribuídos para toda cadeia produtora artística. A profissional também mostrou porque acredita que a cobrança desses direitos é pertinente e necessária.

Larissa Almeida

A ideia era que acontecesse ao final da apresentação um debate, mas nenhum representante da ABIH-PE esteve presente, mesmo a HFN sendo um evento coorganizado pela entidade, um vazio se fez e mais uma vez a falta de representação da hotelaria grita ao tema, que mesmo com a decisão em última instância ainda debate se é justo ou não a cobrança.

Para fechar o dia, a arquiteta Luciana Raposo, autora do espaço HotelCor, falou da arquitetura de experiências e como essa pasta pode ajudar a criar competitividade nos empreendimentos explorando os cinco sentidos do hóspede na concepção do projeto.

Segundo a profissional, detalhes, inclusive olfativos ou sonoros, influenciam na arquitetura e a pesquisa dessas ferramentas é muito importante. “Sempre viajo para conhecer lugares, nem que seja para um jantar, um day use, faço questão de experimentar, pesquisar. É um investimento!”, afirma a arquiteta. 

Luciana Raposo, arquiteta

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