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Skal-SP debate inclusão social com entidades paulistas

O Skal-SP promoveu nesta terça-feira (2) um café da manhã temático sobre inclusão social, reunindo empresários do setor de turismo que apóiam a causa, como Eloi D’Ávila Oliveira (Instituto Edo), Marcos Arbaitman (Associação dos Amigos da Criança pelo Esporte Maior – AMEM), e  Walter Teixeira (Projeto Âncora).

Também participaram do encontro  Rogério Hamam, secretário estadual de Desenvolvimento Social, e a empresária Chieko Aoki. “Quero muito entender mais o terceiro setor, os seus objetivos e, assim, poder dar algum tipo de suporte”, disse Hamam. “Achei fantástico esse evento para conhecermos mais as atividades destas entidades. As pessoas passam a ser úteis quando elas se juntam a outras. Essas iniciativas tocam a gente e transformam as pessoas”, completou Chieko.

Conheça as entidades:

Amem – Fundada em 1998, acolhe crianças carentes e oferece esporte e educação no período em que elas passam na entidade. Durante todos esses anos de existência, 752 crianças já foram ajudadas por meio do programa. “Nosso objetivo, de verdade, é a educação, mesmo usando o esporte”, disse Marcos Arbaitman. O executivo também enfatizou que “se temos ainda 1 milhão de pessoas carentes no Brasil, então podemos buscar diminuir esse número”.

Instituto Edo – Fundado pelo presidente da Flytour, Eloi D’Ávila Oliveira, inspirado em sua própria história de vida. Aos oito anos de idade o empresário fugiu de casa, tornando-se uma criança de rua. Sobreviveu por meio de pequenos trabalhos, lavando carros e engraxando sapatos em Porto Alegre. Depois, mudou-se para São Paulo, onde encontrou emprego em uma loja de malas.  “Meu objetivo é dar cidadania por meio da educação e do turismo. No instituto preparamos o adolescente para o primeiro emprego, oferecendo cursos com duração de seis meses”, disse Oliveira.

Projeto Âncora – Nasceu em 1995, e nos últimos anos tem atuado com mais ênfase na área da educação e de forma diferenciada, uma vez que o aluno aprende as disciplinas com atividades lúdicas. Mais de 800 crianças já passaram pelo projeto e, atualmente, há em torno de 200. “Eu aprendo todos os dias tentando educar. E esperamos que outras empresas entendam e abrace essa iniciativa de acolher mais crianças”, enfatizou Walter Teixeira.

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