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Pesquisa da Unedestinos revela evolução do setor de eventos pós-pandemia

Nesta terça-feira (17), a Unedestinos, em parceria com a Nesty Digital, a Plataforma de Eventos Associativos e o Grupo Conecta Eventos, com o apoio da Embratur, apresentou a 2ª Edição da Pesquisa “O Mercado de Eventos Associativos no Brasil”. O estudo conta com uma análise abrangente e detalhada do setor, oferecendo insights estratégicos que refletem a evolução e o fortalecimento do mercado de eventos associativos no período pós-pandemia.

Para o levantamento, foram consultadas 500 entidades, das quais 108 responderam às 68 perguntas. “Os dados nos permitem compreender o impacto econômico significativo gerado pelas associações e seus eventos. Com essas informações, é possível fortalecer o mercado, ampliar a oferta de oportunidades e planejar o futuro com mais precisão e eficiência”, afirma Toni Sando, presidente da Unedestinos. 

Rodrigo Cordeiro, CEO da Nesty Digital e da Plataforma de Eventos Associativos, explica que a 2ª edição da pesquisa ajuda a encontrar respostas do que mudou antes da pandemia e agora, no pós-pandemia. “Este material consolida informações valiosas para o setor de eventos associativos no Brasil, revelando o potencial de crescimento e a resiliência das associações neste cenário pós-pandemia. O mercado se apresenta otimista e com números crescentes desde 2023 e há muito espaço para entender como o mercado se comporta e como as associações se posicionam para aproveitar as oportunidades”, completa. 

Alguns resultados

Associados – As associações possuem, em média, 1.720 associados e realizam cerca de 20 eventos por ano. 

Financeiro – O orçamento médio dessas organizações atinge R$ 2.918.981, enquanto o orçamento médio destinado aos eventos realizados em 2023 foi de R$ 2.830.000. O maior evento anual de cada entidade contou, em média, com 1.850 participantes.

Feiras de negócios – Neste segmento, o número médio de expositores é de 202. Contudo, entre as entidades que promovem feiras menores, com até 100 expositores, a média fica em 53.

Melhor período – Outubro é o mês com maior concentração de eventos no calendário do setor, enquanto 10% das entidades afirmaram realizar mais de 100 eventos ao ano. Além disso, patrocínio é a maior fonte de receita específica dos eventos associativos.

Presença digital – 100% das respondentes estão ativas nas redes sociais, com o Instagram sendo a plataforma preferida de 90% das entidades.

Eventos itinerantes – 53% das associações realizam eventos itinerantes em destinos variados, embora 12% planejam migrar para uma sede fixa nos próximos cinco anos. Quando questionadas sobre o destino da próxima edição de seus eventos, São Paulo é a escolha principal, seguida de Rio de Janeiro, Brasília e Campinas.

“Em 2023, o Brasil liderou o ranking de países que mais realizaram congressos na América Latina, segundo a ICCA, sendo o único país latino-americano no top 20 mundial. Com esse estudo, queremos manter o país no topo, direcionando esforços para consolidar o Brasil como um destino de referência para eventos internacionais”, finaliza Cintia Hayashi, coordenadora de Captação de Eventos Internacionais da Embratur, destaca a importância do estudo e os avanços do Brasil no setor.

O e-book completo pode ser acessado por este link. 

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