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O vendedor deixará de existir? Executivos da hotelaria acreditam que não

O FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil – realiza nesta quarta-feira, 23, em São Paulo (SP), o XVII Encontro Comercial FOHB. O terceiro painel do dia teve como tema “Canais de vendas e seus custos” e participaram Paulo Salvador e Nicole Bumagny, da Intercity, David Pressler, da IHG, e foi mediado por Gustavo Styllos, da Costa do Sauípe.

“É importante entender não somente o cliente, mas quem é o seu cliente final. Será que a pessoa que está vindo pela OTAs ou um distribuidor já não é um cliente de vocês?”, indagou David Pressler.

Nicole Bumagny aproveitou o gancho e falou sobre s relações com as OTAs. “A facilidade que as OTAs e esses outros canais oferecem é muito grande. Mas quando você oferece preços mais baixos para a OTA, você está canibalizando o seu próprio negócio”, disse.

Paulo Salvador afirmou que é imprescindível olha de perto os custos de distribuição, para tomar as melhores decisões. “Acabou-se a época que tínhamos receitas abundantes. Por isso, é preciso entender o custo de distribuição”, disse. “Hoje, o cliente está aberto a novas alternativas”.

“Quando a gente compara os custos com uma OTA com uma venda direta, geralmente a direta vai ser mais vantajosa. Mas talvez, em um hotel de administração independente, seja mais em conta receber essa reserva através de uma OTA, que investe em divulgação”, disse David Pressler. “É importante olhar o custo, mas também a relevância de nossas marcas e a fidelidade dos clientes”, completou.

No final do painel Como o vendedor pode continuar relevante com esse cenário de automação e conectividade? “Ela está em oferecer consultoria e soluções. Hoje não dá para falar s+o sobre preço. Temos que falar sobre isso e também sobre experiência, é necessário ser um facilitador”, afirmou IHG.

“É preciso continuar a ser curioso, entender com quem está negociando, em qual modelo de negócio você está inserido, para gastar suas fichas em negócios que valem a pena”, aconselhou Nicole.

Para Paulo Salvador, a figura do vendedor não vai desaparecer. “O vendedor não vai deixar de existir, pois o nosso setor é muito complexo, tem uma série de ramificações. Mas ele precisa continuar trazendo relevância”, disse. “A pior coisa que existe é você entrar em uma loja e encontrar um vendedor pentelho, que quer vender a qualquer custo e não traz nenhuma informação”, comparou. 

O FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil – realiza nesta quarta-feira, 23, em São Paulo (SP), o XVII Encontro Comercial FOHB. O terceiro painel do dia teve como tema “Canais de vendas e seus custos” e participaram Paulo Salvador e Nicole Bumagny, da Intercity, David Pressler, da IHG, e foi mediado por Gustavo Styllos, da Costa do Sauípe.

“É importante entender não somente o cliente, mas quem é o seu cliente final. Será que a pessoa que está vindo pela OTAs ou um distribuidor já não é um cliente de vocês?”, indagou David Pressler.

Nicole Bumagny aproveitou o gancho e falou sobre s relações com as OTAs. “A facilidade que as OTAs e esses outros canais oferecem é muito grande. Mas quando você oferece preços mais baixos para a OTA, você está canibalizando o seu próprio negócio”, disse.

Paulo Salvador afirmou que é imprescindível olha de perto os custos de distribuição, para tomar as melhores decisões. “Acabou-se a época que tínhamos receitas abundantes. Por isso, é preciso entender o custo de distribuição”, disse. “Hoje, o cliente está aberto a novas alternativas”.

“Quando a gente compara os custos com uma OTA com uma venda direta, geralmente a direta vai ser mais vantajosa. Mas talvez, em um hotel de administração independente, seja mais em conta receber essa reserva através de uma OTA, que investe em divulgação”, disse David Pressler. “É importante olhar o custo, mas também a relevância de nossas marcas e a fidelidade dos clientes”, completou.

No final do painel Como o vendedor pode continuar relevante com esse cenário de automação e conectividade? “Ela está em oferecer consultoria e soluções. Hoje não dá para falar s+o sobre preço. Temos que falar sobre isso e também sobre experiência, é necessário ser um facilitador”, afirmou IHG.

“É preciso continuar a ser curioso, entender com quem está negociando, em qual modelo de negócio você está inserido, para gastar suas fichas em negócios que valem a pena”, aconselhou Nicole.

Para Paulo Salvador, a figura do vendedor não vai desaparecer. “O vendedor não vai deixar de existir, pois o nosso setor é muito complexo, tem uma série de ramificações. Mas ele precisa continuar trazendo relevância”, disse. “A pior coisa que existe é você entrar em uma loja e encontrar um vendedor pentelho, que quer vender a qualquer custo e não traz nenhuma informação”, comparou. 

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