O lendário Mandarin Oriental Hong Kong
Antiga colônia britânica, Hong Kong foi devolvida a China em 1997, sob a denominação de Região Administrativa Especial da República Popular da China, adotando o modelo socioeconômico conhecido por um país, dois sistemas.
O território de Hong Kong e formado pela ilha propriamente dita, pela península de Kowloon e os Novos Territórios, que inclui a Lantau. Nesta ilha está o moderníssimo aeroporto e uma das imperdíveis atrações da cidade: o monastério Po Lin com o maior Buda sentado do mundo, o Giant Tian Tan Buddha. Feito de bronze, pesa 220 toneladas e mede 30 metros de altura.
O maior porto comercial do Oriente é uma cidade de muitos contrastes, uma mistura do oriente com o ocidente. Cercada de muito verde com montanhas e praias, tem na área urbana uma arquitetura moderna e gigantescos arranha-céus, sem falar dos chiquérrimos shoppings harmonizados com os mercados de ruas, onde se vende de tudo um pouco.
Quem visita Hong Kong não pode deixar de contemplar a vista de 360º da cidade, no Pico Victoria – a montanha mais alta da cidade – e pegar um barco de Kowloon para a ilha de Hong Kong, especialmente à noite, quando o skyline da cidade está todo iluminado.
Mandarin Oriental
É com elegância que o Mandarin Oriental insere-se na fascinante paisagem da ilha de Hong Kong. Desde a sua abertura, em 1963, o hotel é reconhecido pelo seu serviço impecável e pela sua herança oriental. O carro-chefe do grupo faz parte da história da hotelaria de luxo da cidade.
Em 2006, foram concluídas as obras de renovação. Os 501 apartamentos, incluindo 67 suítes, receberam uma nova decoração com diferenciados tecidos e acabamentos artesanais, além de tecnologia de ponta. Com a reforma, algumas dessas unidades tiveram seu tamanho aumentado, sendo considerado um dos maiores da cidade.
O hotel ainda dispõe de seis suítes temáticas que oferecem vistas para o Victoria Harbour, sendo que uma das mais interessantes homenageia o fotógrafo Patrick Lichfield, nomeada suíte Lichfield. Ele era um hospede assíduo e assina as fotos das premiadas campanhas de marketing do grupo.
Entre bares e restaurantes, são dez no total. Cada um com sua peculiaridade proporcionam experiências memoráveis, entre eles vale ressaltar os restaurantes Man Wah e Pierre, ambos no 25º andar, oferecem uma surpreendente vista panorâmica da cidade. O Pierre serve cozinha contemporânea francesa e, recentemente, foi premiado com uma estrela Michelin, já o Man Wah é tipicamente cantonês em um ambiente com esplendor imperial.
O Krug Room é para aqueles que querem algo bem diferente. Escondido no coração da cozinha do hotel é uma pequena sala para jantares privativos com apenas uma mesa comunitária e 12 cadeiras, de onde, saboreando um champagne Krug e através de uma grande janela, podem ser apreciados os criativos menus degustação do chef Uwe Opocensky. Este espaço é uma parceria entre o hotel e a tradicional marca de champagne.
Para momentos de bem-estar há o The Mandarin Spa, que combina design asiático com terapias e tratamento baseados nas filosofias de curas da tradicional medicina chinesa e da ayurveda.
O hotel também dispõe de um serviço de barbeiro no The Mandarin Barber, que em um ambiente intimista, no estilo Art Deco de Xangai nos anos 30, oferece massagens. O Mandarin Oriental Hotels Group iniciou suas atividades em 1975 com os hotéis The Oriental, em Bangcoc, e The Mandarin, em Hong Kong, hoje chamado Mandarin Oriental. O nome do grupo é originário destes dois empreendimentos. Atualmente, opera 23 hotéis, sendo 12 na Ásia, sete na América do Norte e quatro na Europa. Mais 18 estão em construção.
Mais informações: www.mandarinoriental.com.

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