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H-Max investe em hotelaria 100% automatizada

Com mais de 30 anos de experiência no setor de tecnologia, a H-Max trouxe para a Equipotel uma solução que promete transformar a forma como hóspedes e gestores interagem com a hotelaria: um sistema que automatiza toda a jornada do cliente – da reserva ao check-out – sem necessidade de passar pela recepção.

Luis Fernando Cachoeira, CEO da H-Max, conta que a proposta é simples e disruptiva ao mesmo tempo: o hóspede reserva seu quarto por meio dos grandes portais ou diretamente no motor de reservas do hotel, recebe a chave no celular, faz check-in, check-out e aproveita a estadia de maneira totalmente autônoma. Tudo isso apoiado em um PMS próprio, motor de reservas exclusivo e meio de pagamento integrado.

Para o dono do hotel, a novidade é o aplicativo Super Gerente, que oferece informações em tempo real sobre ocupação, receita, tarifa média, origem dos hóspedes e até dados detalhados da habitação. “A ideia é que o gestor tenha uma visão completa e instantânea do seu negócio, de qualquer lugar”, destaca o CEO.

O pacote tecnológico inclui ainda fechaduras eletrônicas com reconhecimento facial, sistemas de consumo com pulseiras RFID e até controle automatizado de energia e água por unidade habitacional, com cobrança proporcional ao gasto do hóspede.

Solução para todos os perfis

De pequenas pousadas a resorts de grande porte, passando por hotéis executivos, boutiques e até propriedades no modelo short-term rental (STR), como os listados no Airbnb, a plataforma é adaptável e acessível. Segundo Cachoeira, a democratização da tecnologia está tornando essas soluções cada vez mais viáveis para diferentes perfis de empreendimentos.

O sistema também integra funcionalidades para investidores que administram apartamentos em diferentes locais, permitindo desde o controle de acesso remoto até a abertura automatizada da garagem por leitura de placa, ampliando segurança e praticidade.

Se por um lado a automação responde à escassez de mão de obra qualificada e à necessidade de reduzir custos operacionais, por outro não elimina o fator humano. “O hoteleiro não quer perder o acolhimento. A tecnologia assume a burocracia e libera as pessoas para entregar o que há de mais importante na hospitalidade: atenção e cuidado genuíno ao cliente”, finaliza.

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