Este tal Revenue Management

A cultura do gerenciamento de receitas é essencial para qualquer hotel

A prática do RM (Revenue Management) tem início nos anos 1970, nos Estados Unidos. Até esta data, os preços das passagens aéreas eram tabelados pelo governo. Houve uma mudança de lei que permitiu às companhias estabelecerem suas próprias tarifas, e muitas delas já estavam implantando sistemas centrais de reservas. Com estes dados em sua base, começaram a perceber que modificando os preços em momentos de diferentes demandas obteriam melhores resultados. Logo depois, na década de 1980, a hotelaria também começou a adotar esta estratégia. Aqui no Brasil a prática veio trazida principalmente das grandes redes, e vem sendo amplamente adotada pelos hotéis nacionais pertencentes a redes locais ou independentes. 

Este é um assunto presente na hotelaria nacional há alguns anos, amplamente discutido em eventos do setor e implantado com sucesso em alguns empreendimentos brasileiros, mas ainda gera dúvidas. Quem ainda não trabalha com RM quer saber se deve implantá-lo e quais os benefícios. Os que estão começando muitas vezes têm dificuldade em entender os números. Mais para frente, o problema passa a ser a falta de profissionais experientes para a área e os dados ainda não adequados para a análise. Embora seja essencial para a saúde do negócio, tornando-o mais competitivo, o gerenciamento de receitas não é um bicho de sete cabeças – palavra de três especialistas no assunto: as consultoras Gabriela Otto, da GO Associados e diretora da HSMAI Brasil, Eliane Tanno, da RM Fora da Caixa, e Waléria Fenato, da MarkUp Consultoria.

 

Leia a matéria na íntegra na página 10 da edição 394

 

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