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ENCONTRO – Economia com limpeza úmida pode chegar a 80%

JUIZ DE FORA (MG) – A presidente da Associação Brasileira de Governantas e Profissionais de Hotelaria (ABG), Maria José Dantas, participou do 11º Encontro da Hotelaria e da Gastronomia Mineira, que termina nessa sexta-feira (22), em Minas Gerais. Durante sua palestra, a profissional falou sobre o ‘Processo de limpeza úmida’ que, segundo ela, é um sistema utilizado no mundo todo, mas no qual o Brasil ainda não se profissionalizou.

Para a profissional, o serviço da hotelaria precisa de mão de obra humana, mas na área de governança, é fundamental. Nenhuma máquina pode substituir a camareira. “A atividade da camareira – 3 pontos fundamentais higienização, limpeza e arrumação

A crise hídrica que o Brasil está enfrentando nos dias atuais e as taxas altíssimas que estão sendo praticadas pedem que os processos sejam otimizados, “mas ainda tem gente lavando a calçada com mangueira”, diz.

A palestrante deu parâmetros sobre os impactos financeiros com a falta de profissionalização dos processos limpeza. Segundo Maria José, para limpar uma unidade habitacional (UH) de até 35 m2 de forma amadora gasta-se 80 litros de água e 300 ml de produto químico, que é diluído e perde o seu poder de atuação.

Já no processo profissional, de limpeza úmida, são utilizados apenas 20 litros de água e 50 ml de produto químico. “Quem faz a desinfecção do ambiente é o produto e não a água. Não se pode diluir o desinfetante, ele é pronto para o uso. A eficiência só vai existir se for dosada naquela quantidade”.

Assim, na limpeza profissional, há a redução nos custos da água e de produtos químicos, e também de tempo, pois a camareira não terá que tirar a espuma e secar a água, finaliza Maria José.

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