Durabilidade e bom gosto
Móveis para áreas externas precisam ser charmosos e resistentes
Oferecer conforto e aconchego aos clientes é o que todo meio de hospedagem almeja e trabalha diariamente para conseguir. Para tanto, investe em decoração, bons equipamentos e serviços impecáveis. Além da hospedagem em si, que envolve uma boa cama, um chuveiro funcional e um café da manhã gostoso; ofertar uma área de lazer ou descanso com visual aprazível e que promova sensação de acolhimento também é primordial.
Os hóspedes querem lembrar de ambientes únicos, que se destaquem pela criatividade e bom gosto. Para isso, aquela decoração engessada e sem graça precisa ser esquecida. O design está cada vez mais acessível e causar uma boa impressão não é tão complicado assim. Para áreas externas, no entanto, é preciso observar alguns pontos importantes na hora de escolher os móveis.
Além da beleza e funcionalidade, os produtos têm de ser resistentes as intempéries e ao uso massivo. “A escolha do móvel deve ser feita analisando a contextualização do ambiente em que será instalado, o material a ser usado e se ficará exposto em áreas externas cobertas ou descobertas”, explica a arquiteta Bruna Andrade.
De acordo com a profissional, o mercado conta com diversos artigos para esses fins, sendo os de madeira MDP (feito com partículas de madeira aglutinadas) e MDF (painel produzido por meio da aglutinação de fibras) os mais utilizados em ambientes que não ficarão expostos ao vento, sol ou chuva constantes, como varandas. “Para áreas abertas, sugiro o alumínio, a madeira e as fibras sintética e plástica, pois resistem bem as intempéries”, pontua Bruna.
Mas, com tantas opções, como saber qual é a melhor escolha? Mariana Cecchini, arquiteta da Kaleidoscope arquitetura de experiência, conta que primeiro é preciso conceber o projeto de layout conforme o número de lugares que a operação demanda. “Quando não temos essa informação podemos calcular pensando na média de ocupação do hotel, se recebe eventos, qual o clima, enfim, todas as variáveis. Depois do layout feito, que leva em conta a formação de ambientes e projetos complementares de iluminação, é que pensamos no melhor tipo de móvel”.
Leia a matéria completa na página 48 da edição 405.

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