Crédito negado

A pandemia de coronavírus é refletida em prejuízo bilionário no Turismo e, principalmente, no setor hoteleiro, que teve unidades fechadas e ficou sem faturar ao longo de meses. Uma das alternativas de sobrevivência dos hotéis é o acesso às linhas de crédito para manter em dia o salário de funcionários, fornecedores e outras despesas acumuladas no período sem operações.

Em maio, a Medida Provisória 963 destinou R$ 5 bilhões ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur), direcionado aos prestadores de serviços cadastrados no sistema do Cadastur. O objetivo do fundo é oferecer crédito competitivo para os empresários do Turismo, que pode ser utilizado em obras, máquinas, equipamentos e também para financiar o capital de giro, que é a maior demanda do momento.

“O principal requisito é estar inscrito no Cadastur. Exigências específicas para aprovação do crédito, como documentação, garantias, aval, entre outras, são feitas por cada agente financeiro credenciado. Os limites de contratação, definidos em Portaria Ministerial, são de R$ 10 milhões para obras ou para aquisição de bens, e de R$ 30 milhões para capital de giro”, explica o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

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