Conversão, eis a questão!

A profissionalização da cultura hoteleira no Brasil se reflete na diversidade de modelos de negócios que movimentam o setor. Entre eles, destaque para a conversão, modalidade que ocupa uma posição estratégica tanto para as redes quanto para as propriedades independentes.

A conversão acontece quando um hotel independente, ou que é administrado por uma rede, é convertido para outra marca hoteleira. “A conversão é um modelo de negócio muito presente na Hotelaria e é um bom caminho para as companhias ampliarem seu portfólio”, analisa o diretor da consultoria Jones Lang LaSalle (JLL), Ricardo Mader.

Nos últimos anos, o modelo se notabilizou no mercado e conquistou as redes hoteleiras, como a Accor. “A conversão é uma estratégia importante para o aumento do portfólio de hotéis da companhia não só no Brasil, mas em toda a América do Sul. Existe um mercado muito grande a ser explorado. Hoje, 80% dos hotéis na América do Sul são independentes, e podemos dizer que uma boa parte dessa fatia será convertida”, assegura Abel Castro, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Novos Negócios da Accor na América Latina.

No Brasil, essa fatia de mercado é ainda mais significativa. Segundo a edição 2020 do estudo Hotelaria em Números, realizado pela JLL, os hotéis independentes representam 84,2% da Hotelaria brasileira; desses, 34,2% são propriedades com até 20 quartos. Na última década, o avanço das conversões vem pincelando novos contornos a esse retrato e diversificando a gestão familiar dos hotéis.

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