Durante o State of the Travel & Tourism Industry, evento anual do Greater Miami Convention & Visitors Bureau (GMCVB), líderes do turismo celebraram os 28,3 milhões de visitantes registrados em 2025, o que gerou US$ 32,2 bilhões em impacto econômico total. O Brasil continua sendo um dos principais mercados, sendo o segundo maior emissor de turistas internacionais, atrás apenas da Colômbia.
O evento atraiu mais de 500 convidados e contou com discursos da prefeita do Condado de Miami-Dade, Daniella Levine Cava; do presidente do Conselho de Comissários do Condado de Miami-Dade, Anthony Rodriguez; da comissária do Condado de Miami-Dade, Natalie Milian Orbis; e do prefeito de Miami Beach, Steven Meiner.
Os palestrantes celebraram o papel do turismo como uma potência econômica e projetaram marcos futuros, incluindo a conclusão do hotel-sede do Miami Beach Convention Center, com sua excelente estrutura para negócios e convenções, os aniversários de 25 anos do Miami Spice e do South Beach Wine & Food Festival, além de eventos de destaque, como a Copa do Mundo da FIFA 2026™.
O turismo foi chave para acelerar a economia do Condado de Miami-Dade em 2026. Os visitantes gastaram US$ 22,7 bilhões em hospedagem, alimentação, compras, transporte e entretenimento, um aumento de 4,1 bilhões em receita em todo o setor de hospitalidade.
“À medida que o volume de turistas continua alto, o mesmo ocorre com o benefício econômico para todo o Condado de Miami-Dade” explica Julissa Kepner, presidente do conselho do GMCVB. “O turismo é muito mais do que uma indústria aqui, é um motor fundamental da nossa reputação global, força econômica e qualidade de vida dos moradores. Nosso sucesso é construído sobre dinamismo, criatividade e uma visão internacional ousada”.
Destaques de 2025
- Principais mercados emissores: na ordem: Colômbia, Brasil, Reino Unido, Canadá, México, Argentina, Espanha, Itália, Alemanha e França lideraram a visitação internacional.
- Contribuição econômica: o turismo representou cerca de 8% do PIB do Condado de Miami-Dade e gerou mais de US$ 5,3 bilhões em receitas fiscais federais, estaduais e locais combinadas.
- Liderança em hospedagem: o setor de hospedagem gerou US$ 10,4 bilhões em gastos de visitantes, quase metade de todas as despesas.
- Viajantes de alto valor: os visitantes internacionais gastaram mais de US$ 1.150 por pessoa, por viagem, em média, apoiando o forte desempenho da região em hospitalidade, alimentação e varejo.

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