Brasil a passos lentos

No continente sul-americano, o Brasil ainda ensaia uma retomada, enquanto a pandemia segue sem controle. Mesmo assim, as empresas buscam caminhos para recuperar parte dos danos financeiros. Da mesma maneira que os grupos internacionais, os hotéis do País têm como base os protocolos para gerar confiança a quem precisa viajar e também àqueles que sentem a necessidade de passar um tempo longe da rotina, mesmo com todas as restrições impostas.

Para obter um panorama da retomada nacional até o momento, a hotelnews conversou com três dos principais grupos hoteleiros do Brasil. O diretor geral da ICH Administração de Hotéis, Alexandre Gehlen, faz um balanço dos prejuízos. “Nossa rede processava cinco mil reservas por dia na central. Esse número caiu para mil, e logo depois para 200 a 300 reservas. Houve uma queda de 85% a 90% em menos de dez dias após a chegada da pandemia. Estamos cientes de que a hotelaria foi a primeira atingida e será a última a sair da crise, junto com o setor aéreo, porque a ocupação dos hotéis depende muito do aumento de voos”.

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