Alfredo Stefani: hospitalidade é servir, perceber e surpreender
Nascido em São Paulo em junho de 1961, Alfredo Stefani Neto é formado em Desenho Industrial pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e atuou como designer de mobiliário, interiores e de escritórios, além de cenografia e luminotécnica, mas foi no setor hoteleiro que encontrou sua paixão. Para o profissional, a hospitalidade é para poucos. “Quem tem interesse em enveredar por esse caminho precisa ser apaixonado pelo que faz, deve sempre se colocar no lugar do hóspede e ter prazer em servir”, afirma.
Stefani ocupa hoje o cargo de diretor geral do B Hotel, localizado no Eixo Monumental, em Brasília, e tem como missão elevar ainda mais os padrões de hospitalidade, serviços e atendimento ao agregar valor à percepção dos hóspedes. O executivo conta que antes de ingressar na hotelaria teve boas oportunidades de vivenciar o lado do hóspede.
“Aprendi muito nas diversas oportunidades que esse apaixonante setor me ofereceu e hoje me sinto plenamente capacitado para estar à frente deste desafio. Pretendo aproveitar as vivências que venho experimentando ao longo de 30 anos para somar ao sucesso de uma gestão compartilhada com a atual equipe do B Hotel”, ressalta.
Vasta experiência
O currículo do executivo é extenso. Iniciou sua carreira como recepcionista/concierge no Regent Park e Crowne Plaza, ambos em São Paulo. Fez uma pausa para reformar e gerenciar um antiquário e retornou para a hotelaria por convite de um cliente que estava para abrir o L’Hotel, onde atuou como assistente do gerente geral.
Inaugurou e gerenciou o Gino Ristorante (Nova York e São Paulo) e depois atuou como gerente geral no Normandie Design Hotel, também em São Paulo, seguindo para o Tropical Manaus (AM), no cargo de gerente executivo. “Concebi, inaugurei e gerenciei a Pousada Maravilha, em Fernando de Noronha (PE), depois fui gerenciar o Grande Hotel e Termas de Araxá (MG), e também atuei como diretor de Qualidade para a rede Tropical.
Esteve na gerência geral do Radisson Faria Lima (SP) e do Uxua Casa Hotel, em Trancoso (BA). Partiu para consultorias no Mato Grosso e atuou como catering venue manager da Copa do Mundo na Arena Pantanal, em Cuiabá. “Segui para o Amazonas novamente para gerenciar o Anavilhanas Jungle Lodge e depois para uma temporada de consultorias para produtos em Noronha e Trancoso. Voltei para o Sul da Bahia, estando à frente do Kuara (Arraial d’Ajuda) e do Vila Angatú (Santo André). Fui para Paraty (RJ) gerenciar a Pousada Literária e agora estou aqui, no B Hotel”.
Para Stefani, um dos grandes desafios de estar à frente de um empreendimento hoteleiro é gerir pessoas de culturas multifacetadas alinhando expectativas e atingindo objetivos comuns x administrar números sem perder qualidade objetivando resultados expressivos. “Mas, isso tudo é recompensado quando vemos o desenvolvimento da equipe impactar na satisfação do hóspede”.
Bate-bola
– Um filme: O jardineiro fiel
– Um livro: 1984
– Uma lembrança: Férias anuais em família
– Uma viagem inesquecível: Europa aos 20 anos
– Uma inspiração: o pai
– Um defeito seu: impaciência
– Uma qualidade sua: bom humor
– Uma dica: divirta-se

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