CONOTEL 2015 – Representantes do setor turístico brasileiro estiveram reunidos nesta segunda-feira (16) na capital paulista para o 57º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), que acontece até o dia 18 de março no São Paulo Expo.
Durante a cerimônia de abertura, que contou com a participação do ministro do Turismo Vinícius Lages; do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Enrico Fermi; do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP), Bruno Omori; do presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio; dos deputados Alex Manente, Herculano Passos e Célia Leão; do presidente da Embratur, Vicente Neto; entre outros, os representantes do turismo e da hotelaria no Brasil enfatizaram o bom trabalho de Lages na pasta.
“Vinicius é um homem de atitude e que tem vivido para a reconstrução do turismo nacional. Muito já foi feito, mas ainda temos muito a fazer com ideias e atitudes que coloquem o Brasil no rumo certo para sermos mais competitivos no cenário mundial”, disse Enrico Fermi, que também pediu a ajuda do ministro na aprovação da lei que regulamenta a cobrança de direitos autorais pelo Ecad.
“Temos hoje um ministro integrador, o que é muito importante para o nosso setor e para o desenvolvimento do Brasil”, disse Bruno Omori. Segundo o presidente da ABIH-SP, os empreendimentos hoteleiros no Brasil não podem mais ficar fora do meio online. “A tecnologia é e será cada vez mais importante no turismo e na hotelaria. Não pode existir mais hotel fora do Google. As novas gerações estão sedentas por interação e por isso temos que estar ligados”.
Segundo o profissional, este é o momento propício para alinhar a tradição e modernidade (tema central do evento este ano). “Convido a todos a criar essa sinergia e fortalecer o setor para chegarmos a, quem sabe, 80 milhões de visitantes”, afirmou.
Para Alexandre Sampaio, o Conotel é uma oportunidade discutir temas importantes e apresentar propostas para potencializar a ação na hotelaria. “Esse ano é uma verdadeira incógnita. Temos desafios sérios, como o custo da energia, a ameaça do fim de desoneração na folha de pagamento, o aumento de impostos, entretanto, pesquisas apontam investimentos no setor. Devemos ser otimistas, mas com cautela. A resseção preocupa, mas o dólar alto pode beneficiar. Precisamos ter atenção com custos operacionais, ter equilíbrio.












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