Seguindo com seu plano de consolidar o turismo sustentável no Brasil, a Vivalá anunciou que vai expandir sua atuação nas unidades de conservação brasileiras e também seus canais de distribuição de experiências profundas e com propósito. A iniciativa recebeu recentemente aportes de investidores profissionais, como a Harvard Angels, a Synthase Investimento de Impacto e as executivas de alto escalão da Gympass e Bitso.
De acordo com Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá, com estes novos investimentos, mais de R$ 30 milhões serão injetados nas comunidades até o ano de 2032. “Entendemos no turismo sustentável uma oportunidade única de criar experiências realmente transformadoras para os viajantes, empoderar as comunidades tradicionais e ajudar a conservar a biodiversidade do planeta. Estamos trabalhando para que o Brasil se torne a principal referência desse segmento do mundo”, comenta.
Para Alexandre Colombo, investidor associado da Harvard Angels, o período de pandemia que estamos passando fez com que as pessoas repensassem a forma de viver, suas prioridades e também seus valores. “A Vivalá atua de uma forma muito mais consciente e sustentável, inserindo definitivamente o conceito de ‘volunturismo’ nos hábitos dos viajantes. Acreditamos que a Vivalá fará do Brasil o maior e melhor destino turístico para todos aqueles que queiram viver uma experiência única e inesquecível nos lugares mais incríveis do planeta”.
Outro investidor do negócio social, a Synthase Investimento de Impacto é um grupo que apoia e investe em startups que tenham nascido para solucionar problemas socioambientais relevantes para a sociedade, e que atuem nas áreas de saúde, educação, inclusão financeira ou meio ambiente. “A Vivalá está capacitando centenas de pessoas para se tornarem aptas a desenvolverem um trabalho incrível de turismo de base comunitária em suas comunidades. Esse turismo sustentável gera emprego, renda, qualidade de vida e conservação da biodiversidade de algumas das áreas mais importantes do planeta”, comenta Claudio Neszlinger, Managing Partner da Synthase.
A organização que já atua em oito estados brasileiros entre os biomas da Amazônia, Caatinga e Cerrado, deve chegar a 10 estados até o fim de 2022 e dobrar até o próximo ano. Suas experiências de Turismo de Base Comunitária (TBC), Turismo de Base Comunitária de Aventura e Volunturismo podem ser feitas em grupos em datas pré-estipuladas ou em períodos flexíveis de acordo com a disponibilidade de seus viajantes.

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