AconteceNotícias
O sistema tributário no Brasil é cruel , diz Magnho José durante o Brazilian Gaming Congress

O Tivoli São Paulo Mofarrej sedia a terceira edição do Brazilian Gaming Congress. O evento está sendo realizado nos dias 21 e 22 de novembro e aproveita a discussão sobre a legalização dos jogos no Brasil para falar sobre temas pertinentes ao setor. Na parte da tarde, um dos painéis discutiu as implicações fiscais na implementação de negócios e instalações fabris.

Participaram do painel Magnho José, presidente do Instituto Jogo Legal, Federico Lannes, consultor internacional de negócios, Patrícia Furlanetto, fundadora da Eichin Amaral & Furlanetto Advogados, e Hugo Baungartner, COO da RCT Gaming.

O presidente da mesa, Magnho José, deu início comentando o caminho percorrido para que a legalização dos jogos entrasse em debate no Brasil. “Estamos enfrentando nos últimos três anos muito preconceito e muita hipocrisia. Mas este congresso, com certeza, é o maior que já tivemos no Brasil”, diz.

Durante o painel, o tema tributação foi abordado novamente. De acordo com Federico Lannes, caso ela seja muito alta, irá inviabilizar a atividade no Brasil. “Jogadores não querem ser taxados. Caso sejam, eles irão para outros lugares”, disse. Segundo o projeto de lei da Câmara dos Deputados, os jogadores serão tributados em 15% em cima de seus ganhos.

A advogada Patrícia Furlanetto disse que para explorar os jogos no Brasil é necessário que a empresa esteja baseada no Brasil. “Empresas estrangeiras que queiram investir no Brasil devem abrir uma filial no país”, explicou.

Para Magnho José, a sugestão é que a tributação em cima dos jogos no Brasil será pesada. “O sistema tributário brasileiro é cruel. Ainda precisamos brigar com o Congresso para termos uma tributação justa. Não adianta ser fora da realidade ou a atividade não vai para a frente”, disse. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *