A WTM Latin America 2017 será realizada, em conjunto com o 47º Encontro Comercial Braztoa, entre os dias 4 e 6 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo. Charlie Cracknell, diretor sênior da feira, conversou com a hotelnews e um grupo de jornalistas na manhã desta sexta-feira, 3, sobre o evento. Lawrence Reinisch, diretor, e Luciane Leite, gerente, também estiveram presentes.
Apesar da crise econômica, Cracknell acredita no potencial do Brasil, assim como da América Latina. “O Brasil é um grande oportunidade. Se voltarmos cinco anos, quando a feira começou aqui, sentíamos essa confiança. E eu acredito que o mercado não perdeu essa confiança no país”, afirma. “A América Latina é o lugar para estar, pois sabemos que vai continuar crescendo”, acredita.
Para Crackenell, a WTM também serve para mostrar ao mundo que este é um mercado que continua tendo valor. “Queremos garantir o valor da marca, pois, quando o mercado voltar a crescer, estaremos fortalecidos”, diz.
A relação de expositores desta edição ainda não está fechada, mas Cracknell adianta algumas novidades. A Grécia estará aqui pela primeira vez, assim como a Palestina. Além disso, os espaços dos Estados Unidos e de Israel cresceram.
“Às vezes ficamos sabendo em cima da hora quais esmpresas estão vindo”, afirma Lawrence Reinisch. “Estaremos com todos os estados brasileiros e o Distrito Federal presentes, através do Ministério do Turismo, além de estandes adicionais de destinos como Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu”, completa.
Segundo Reinisch, eles trabalharam intensamente para promover a WTM Latin America na América Latina, através de um Road show. Primeiro, eles se apresentaram em destinos consolidados, como Argentina e Colômbia, depois focaram em destinos que ainda não são trabalhados na América do Sul, como a Bolívia. Em seguida, foi a vez de focar na América Central.
“Temos que reconhecer que nós brasileiros temos um grande desconhecimento da América Central”, afirma Reinisch. Cinco países da região foram visitados com o intuito de entender quais os produtos eles têm para oferecer e quais interessam ao mercado brasileiro e latino-americano. O trabalho parece ter rendido frutos, pois Panamá e El Salvador estarão presentes nesta edição da feira.
Até o momento, ainda não foi definido o número de buyers que estarão presentes, mas estima-se que deva variar entre 60 e 100. “Mais do que quantidade, queremos qualidade”, afirma Luciane Leite.

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