Viagens corporativas em cheque
Depois de dois anos difíceis, setor de viagens corporativas volta a dar um respiro, mas lida com mudanças estruturais e advento de novas tecnologias
Com a necessidade de home office durante a pandemia de Covid-19, o setor de viagens corporativas sofreu um golpe duro. Segundo o Levantamento de Viagens Corporativas, divulgado pela Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV) junto com a FecomercioSP, em 2021 o setor faturou R$ 48,6 bilhões – uma queda de 47,6% em relação a 2019. Entretanto, agora, com as populações globais imunizadas e as atividades econômicas retomando com força, a dúvida é se as viagens a trabalho terão estilo e volume parecidos com o pré-pandemia ou se o bleisure (mix de trabalho e lazer) dominará de vez o cenário.
A hotelnews conversou com executivos do mercado para entender o atual momento das viagens corporativas e como o setor está lidando com a série de mudanças. Boa parte considera uma recuperação ainda modesta, já que as empresas estão se questionando mais sobre a necessidade de cada viagem a trabalho, até pela economia que uma reunião virtual proporciona, só que para os especialistas, nada supera o face to face.
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