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TL Portfolio promove 3ª Roadshow em São Paulo

A TL Portfolio realizou nesta quarta-feira, 5, a terceira edição do Roadshow em São Paulo. O evento, que ocorreu no consulado de Portugal, seguirá para Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e em países da América Latina. O objetivo é reunir agentes de viagens e representantes de hotéis estrangeiros, que fazem pequenas apresentações sobre os empreendimentos.

Encabeçada por Tina Lyra, a A TL Portfolio nasceu há quatros anos e representa cerca de 40 hotéis ao redor do mundo. A empresa não tem hotéis brasileiros entre seus clientes. “Não faz sentido representarmos hotéis nacionais para o público brasileiro”, explica a diretora. “Agora que abrimos um escritório no México, pode ser que empreendimentos solicitem nossos serviços para os representarmos no mercado mexicano”, completa.

Tina, que trabalhou por 15 anos no mercado hoteleiro nacional e internacional, percebeu que muitos brasileiros sempre buscavam opções de luxo fora do país que estivessem atreladas a grandes redes hoteleiras. Mas é possível encontrar ótimas opções fora desse nicho. “A ideia é oferecer para os brasileiros um selo de chancela, para que ele saiba que os hotéis em nosso portfólio têm um nível de atendimento extremamente alto”, explica. “Quando o viajante vai ficando mais maduro, ele começa a querer conhecer coisas diferentes, a buscas experiências autênticas e menos corporativas”, acredita.

O Roadshow da TL foi realizado pela primeira vez em 2014 e passou por quatro cidades. Na edição seguinte, em 2015, nove localidades receberam o evento. Agora, ele vai também para outros países. “Estamos expandindo a empresa pela América Latina. Abrimos em 2015 um escritório no Chile, em 2016 um na Argentina e em janeiro do ano que vem chegaremos ao México”, comemora.

Segundo Tina, por atuarem em um nicho bastante específico, a crise não afetou muito os negócios. “O nosso cliente pode ter agregado o Brasil às suas viagens, mas ele nunca deixou de viajar para o exterior”, explica. “Perdemos no segmento que eu chamo de ‘aspiracional’, que são as pessoas que guardam dinheiro para fazer aquela viagem. Mas agora eles devem retornar”, acredita. 

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