Lixo para uns, luxo para outros
Doar, vender ou descartar: qual o destino para o que não serve mais?
O que fazer com aquele enxoval que já está desgastado, mas que ainda pode ser útil; com o móvel que precisou ser trocado quando houve um retrofit, mas que está em boas condições; ou com os equipamentos eletrônicos ultrapassados, mas que ainda funcionam perfeitamente? Muitas são as opções de destino para esses artigos, desde leilões até doações para instituições de caridade, passando pela venda para funcionários a preços simbólicos, além da transformação em algo novo e o descarte.
De acordo com Eduardo Faraco, da Faraco Consultoria, não existe uma periodicidade rígida para troca de enxoval, móveis ou artigos eletrônicos. “A depreciação depende de vários aspectos, como ocupação, perfil de hóspede, limpeza e manutenção adequadas, além da capacitação dos colaboradores para manusear os produtos”, explica.
Thais Perfeito, da Hotel Invest, concorda e acrescenta que a quantidade de trocas disponível (falando sobre enxovais) e a qualidade dos produtos também influenciam muito na periodicidade de renovação. “No caso dos eletrônicos, algumas vezes tivemos que trocar equipamentos que estavam em bom estado porque as inovações tecnológicas foram mais rápidas do que a vida útil”, diz.
Para Eduado Faraco, o mesmo se aplica a hotéis de menor porte e pousadas, entretanto, geralmente a gestão patrimonial desses empreendimentos tende a ser mais cuidadosa quando os empresários são também gestores e possuem formação e experiência específica. “Eles têm um olhar mais clínico sobre processos de manutenção, limpeza e lavanderia. Com isso, a tendência é que a troca destes itens não seja tão frequente”, expõe
Leia a matéria completa na página 30 da edição 405.

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