Interior paulista é foco de investimentos
Para atender a demanda atual, Grupo Vitória Hotéis incrementa a oferta na região
Com 3,8 mil hotéis e pousadas, e previsão de criação outros cinco mil quartos até a Copa do Mundo de 2014, a cidade de São Paulo já se mostra saturada no setor hoteleiro e a tendência natural das companhias é buscar o interior. Essa é uma afirmação do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (Abih-SP), Maurício Bernardino.
De olho nesse nicho de mercado, o Grupo Vitória Hotéis investe em suas unidades nas cidades de Campinas, Indaiatuba, Sumaré e Jaguariúna. Com o crescimento da atividade industrial e o desgaste sofrido pelos profissionais para vencer a distância entre a região e a capital, a saída é uma rede hoteleira capacitada para atender a esse público, afirma Eduardo Porto, gerente de Marketing das empresas Nogueira Porto, que administra a rede Vitória Hotéis.
Em Campinas, o Vitória Hotéis possui três unidades, voltadas para públicos diferentes O Vitória Hotel Campinas, mais imponente das unidades, abriga altos executivos; o Vitória Cambuí Residence e Vitória NewPort Residence são estilo flats também voltados para público que está na cidade a negócios.
Em Sumaré, o Jaguary é o principal hotel da cidade com esse perfil. O mesmo acontece com o Vitória Hotel Indaiatuba, que devido à ampla área de lazer, recebe convenções empresariais e eventos de grandes empresas. Por fim, a rede conta com o Jaguary Hotel em Jaguariúna, também com grande área de lazer.
AMPLIAÇÃO EM CAMPINAS
Até o final de 2010, o Vitória Hotel Campinas vai contar com novo prédio de 112 apartamentos e centro de convenções para 800 pessoas. O empreendimento possui hoje 138 apartamentos distribuídos por 18 andares, dois restaurantes – um italiano e um japonês -, centro de convenções, espaço saúde, fitness e biblioteca.
De acordo com a executiva de Contas do hotel, Julia Healey, a nova torre será conectada à já existente exatamente no andar onde fica o centro de convenções. As obras começaram há um ano. Já fizemos três andares de subsolo, para ter espaço suficiente para garagem, e agora estamos finalizando o centro de eventos. Tivemos um atraso na construção por conta das chuvas do final do ano passado, explica Healey ao afirmar que de 90 a 98% do público do hotel é corporativo.

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