Hotelaria e a economia compartilhada

Transformações no mercado de hospedagem movimentam players do turismo

Mudanças no cenário econômico, rápido desenvolvimento da tecnologia e uma nova maneira de se pensar o consumo são apenas três dos muitos fatores que impulsionaram transformações em diferentes mercados de serviços e produtos. A hotelaria foi impactada principalmente pelo crescimento das vendas online, dos sites de reviews como o TripAdvisor e, mais recentemente, por iniciativas como o Airbnb. Alguns chamam de economia compartilhada, outros de hospedagem doméstica. Mas o fato é que os novos players vêm movimentando discussões, mudando conceitos e buscando agradar este viajante, que está cada vez mais exigente – seja por qualidade, preço, praticidade ou autenticidade.

Tal qual o Uber e o Netflix, o Airbnb foi uma novidade neste cenário que rapidamente conquistou uma parcela considerável do público. Hoje, ele posiciona-se como “a maior comunidade de hospedagem alternativa do mundo e oferece experiências seguras e positivas para mais de 140 milhões de hóspedes em 191 países”, tendo como proposta “ajudar pessoas que buscam vivenciar uma experiência local, complementar à oferecida pela hospedagem tradicional”, conforme informa a companhia em comunicado. Na plataforma, os valores de locações e experiências são estabelecidos pelos próprios anfitriões. O Airbnb também esclarece que “as taxas cobradas ficam disponíveis ao usuário no momento da reserva e o valor cobrado do hóspede é variável, calculado de acordo com o preço do anúncio e da duração da estadia – normalmente, gira em torno de 6% a 12,5%. Para o anfitrião, este valor é de 3% do total”.

Leia a matéria na íntegra na página 14 da edição 395.

 

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