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Guia de Investimentos em Turismo no Brasil é lançado em mandarim

Foto: Agência Brasil

De olho nos visitantes chineses, o Ministério do Turismo lançou a versão em mandarim do Guia de Investimentos em Turismo no Brasil, publicação produzida em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) e a ONU Turismo que reúne uma carteira de projetos estimada em US$ 4,5 bilhões.

O material apresenta oportunidades para investidores e grupos empresariais distribuídas por todas as regiões do país, com foco em hotelaria, infraestrutura turística, parques, cruzeiros e experiências ligadas ao turismo de natureza. “A estratégia mira um dos mercados mais relevantes do turismo, já que a China figura entre os maiores emissores de turistas no mundo e a presença dos viajantes chineses tem aumentado consideravelmente no Brasil”, ressalta o ministro Gustavo Feliciano.

Entre os empreendimentos destacados no guia está o Hard Rock Hotel Fortaleza, localizado em Paraipaba, litoral cearense, com investimentos estimados entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões. O empreendimento contempla estrutura de hotelaria, entretenimento, centro de convenções, restaurantes e áreas de lazer. O projeto possui Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em cerca de R$ 900 milhões e expectativa de geração de mais de 500 empregos diretos.

Já o Polo Turístico Cabo Branco, na Paraíba, o maior complexo turístico planejado do Nordeste todo comercializado, reúne 35 lotes onde estão sendo construídos resorts, parque aquático, espaços de entretenimento e estabelecimentos comerciais e de serviços. O investimento total previsto passa de R$ 2,3 bilhões. Em março deste ano, Feliciano participou da inauguração do Tauá Resort, em João Pessoa, o primeiro empreendimento do Polo.

O lançamento da publicação em mandarim integra as ações do Ano Cultural Brasil-China 2026, marco que celebra cinco décadas de relações diplomáticas entre os dois países. A iniciativa ocorre em um momento de intensificação da agenda bilateral, impulsionada pela política de isenção recíproca de vistos e pela tentativa brasileira de atrair mais turistas chineses ao Brasil.

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