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Grupo Royal Palm avança em sua estratégia ESG

A Royal Palm Hotels & Resorts divulgou os resultados da terceira edição do seu relatório ESG. O documento mostra importantes avanços na gestão de resíduos sólidos, na redução das emissões de carbono e na ampliação do uso de energia renovável em suas operações.

“Em um ano em que o mundo corporativo reforça a importância de mapear riscos e agir para mitigá-los, e em que a inteligência artificial ganha espaço como alavanca de resultados, o ESG no Brasil também passa por mudanças relevantes”, pontua Camila Dias, diretora executiva da área de Gestão de Imóveis do Grupo Arcel, acionista e membro do Comitê de ESG da rede Royal Palm Hotels & Resorts.

  • Um dos destaques da edição de 2026 é a consolidação da política de Aterro Zero, resultado do trabalho contínuo de reengenharia de resíduos desenvolvido pela rede. Em 2025, foram gerenciadas 2.154 toneladas de resíduos, com 0,1% destinado a aterros sanitários. Do total processado, 80,18% foram encaminhados para compostagem, 13,43% para reciclagem e 6,38% para coprocessamento, reforçando a adoção de soluções circulares e ambientalmente adequadas para o tratamento dos resíduos gerados pelas operações.
  • Na frente de mudanças climáticas, a rede manteve o foco na redução das emissões de carbono por meio da substituição gradual do gás natural por energia elétrica em seus sistemas de aquecimento. Após a implantação, em 2024, de bombas de calor para o aquecimento de piscinas, o projeto avançou em 2025 para o aquecimento dos chuveiros das unidades Royal Palm Tower Anhanguera e Hotel Contemporâneo. A iniciativa tem potencial para reduzir em aproximadamente 250 toneladas de CO₂ por ano as emissões da operação.
  • Outro marco importante foi a evolução da estratégia de transição da matriz energética. Em 2025, o Royal Palm Tower Indaiatuba passou a adquirir energia elétrica por meio do Mercado Livre de Energia, tornando-se o último empreendimento da rede a migrar do Mercado Cativo. Com isso, todas as unidades da rede passaram a operar com fornecimento de energia proveniente do mercado livre, ampliando o acesso a fontes renováveis e fortalecendo a estratégia corporativa de descarbonização.

“Se antes o tema era, sobretudo, a apresentação de postura e compromissos, hoje avança para um novo patamar: métricas, auditorias e comprovação de impacto, retorno e eficiência”, acrescenta ela. “O ESG se torna, cada vez mais, mensurável. Nesse contexto, entendemos que incorporar a sustentabilidade ao nosso dia a dia é parte da nossa competitividade: estimula a inovação e sustenta a geração de valor no longo prazo”, afirma Camila.

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