Leonidas de Oliveira. Foto de Leo Bicalho/Secult
Em 2023, Minas Gerais recebeu mais de 31 milhões de visitantes e, neste ano, segue em primeiro lugar na variação acumulada de abril de 2023 a abril de 2024. No período, o volume das atividades turísticas no estado chegou a 12,5%, 166% acima da média nacional (4,7%), segundo o relatório mais recente do Observatório do Turismo de Minas Gerais, realizado a partir dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os números são resultado de um esforço coordenado pelas políticas públicas adotadas pelo Governo do Estado, que, nesta quinta-feira (27), lança, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e patrocínio da Cemig, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a campanha Inverno em Minas. O objetivo é posicionar Minas Gerais como um dos principais destinos turísticos do país na estação mais fria do ano. A expectativa é que cerca de 500 ações aconteçam em aproximadamente 400 municípios até 22 de setembro, encerramento oficial do inverno.
“Somos competitivos no mercado nacional e internacional neste período do ano. O Inverno em Minas significa mostrar para o Brasil e para o mundo a potência desse período no estado de Minas Gerais como um todo. De Monte Verde a Tiradentes, passando pela região da Mantiqueira e outras regiões, as cidades estão realmente preparadas para acolher quem quer vir a Minas Gerais. Abre-se um leque impressionante para que possamos continuar crescendo o dobro da média nacional”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.
A campanha turística Inverno em Minas coincide com os tradicionais festivais de inverno em diversas localidades, recheados de atividades culturais e educativas, como shows, exposições, oficinas, apresentações teatrais e sessões de cinema. O projeto também promove e valoriza a Cozinha Mineira, patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais, com receitas típicas desta estação do ano, como pratos e caldos derivados de milho e mandioca, alimentos reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais, quentão, feito com cachaça, quitandas, pão de queijo e os premiados vinhos, azeites e cafés do estado.

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