Luciano Brandão, cofundador e CEO da VOLL. Foto de Camila Rocha/VOLL
Representada pelo cofundador e CEO, Luciano Brandão, e pelo sócio e diretor de Produto e Engenharia, Felipe Borges, a VOLL, agência de viagens corporativas digital, foi a única empresa do setor convidada a participar do Momentum AI New York 2026, realizado nos dias 26 e 27 de abril.
O conteúdo apresentado na programação confirmou aos executivos que soluções desenvolvidas pela empresa, como o VOLL Smart Hub, já são o futuro que muitas companhias buscam. No primeiro trimestre de 2026, os agentes do marketplace de IA dedicado à gestão de viagens e despesas corporativas, geraram mais de R$ 3 milhões em economia direta para clientes, com projeção de atingir R$ 50 milhões até o final deste ano.
- Organizado pela Reuters Events, divisão da empresa global de sistemas de inteligência fiscal e tributária Thomson Reuters, o evento contou com a presença de lideranças de empresas Fortune 500.
“O evento consolidou a mensagem central de que a vantagem competitiva em IA não está mais no acesso à tecnologia ou na definição da estratégia, e sim na capacidade de executar com velocidade e qualidade”, avalia Luciano Brandão. O CEO da VOLL revela que entre os painéis e discussões, três temas dominaram a agenda. “Os tópicos centrais ficaram, principalmente, em torno da necessidade de escalar iniciativas de IA além da fase de experimentação, a importância de modelos proprietários com supervisão humana em aplicações críticas e a adoção de protocolos de interoperabilidade como o Model Context Protocol, ou MCP, para integrar agentes de IA em ecossistemas distribuídos”, afirma.
Os temas centrais incluíram a transição de pilotos de IA para operações em escala, governança de sistemas autônomos, modelos de retorno sobre investimento e o avanço da IA agentiva como principal vetor de transformação empresarial em 2026.
Na ocasião, o CIO da Johnson & Johnson, Jim Swanson, apresentou uma estratégia de IA embarcada diretamente em produtos, com modelos desenvolvidos internamente e supervisão humana em aplicações de alto risco. Enquanto o CTIO da Southern Company, Hans Brown, defendeu que provas de conceito não devem mais existir para validar se a IA funciona. Dado que a tecnologia já está comprovada, a real necessidade é entender se ela funciona dentro de um processo específico, em escala.
A integração do seu ecossistema de varejo com assistentes de IA como ChatGPT, Gemini e Copilot via MCP, foi apresentada pela Target, que demonstrou reconhecer que o consumidor já toma decisões mediadas por inteligência artificial.
“Diante de tanto conhecimento e avanços, concluímos que fomos a Nova York validar que estamos no caminho correto, uma vez que a VOLL já ultrapassou a fase que muitas empresas presentes ainda estão tentando resolver. As decisões tomadas a respeito de IA agentiva, modelos proprietários e execução em produção estão alinhadas com o que as maiores organizações do mundo buscam. A diferença é que, para muitas delas, isso está no plano e, para nós, já é operação”, conclui Brandão.

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