Em busca do bem-estar

A vocação da Tailândia para o turismo de wellness é tão natural quanto para o budismo, religião oficial do país. Aliás, muitas práticas budistas estão associadas ao alcance do bem-estar e da sabedoria interior. Soma-se a isso a tradicional medicina tailandesa, composta por quatro áreas: nutricional, fitoterápica, massagem e meditação. O resultado é um país que tem o bem-estar enraizado em sua cultura milenar.

O relatório da Global Wellness Institute (GWI), publicado em 2018, comprova essa tendência. Entre os 20 principais destinos de bem-estar do mundo, a Tailândia ocupa a 13º posição; na Ásia, o país aparece em 4º lugar, atrás da China, Japão e Índia.

A GWI define turismo de wellness como viagens que têm como foco a busca do bem-estar pessoal. E é exatamente isso que muitas pessoas procuram quando planejam as suas viagens: atividades que unem relaxamento, autoconhecimento, atividades físicas, conexão com a natureza, cuidados com a saúde e alimentação e que, acima de tudo, sejam transformadoras e divertidas.

O estudo da GWI mostrou que o segmento movimentou US$ 639 bilhões em 2017. A projeção é alcançar de US$ 919 bilhões até 2022. Os números chamam a atenção e confirmam que o interesse por viagens de bem-estar não é mais uma tendência, e sim uma realidade.

Quando o tema é wellness, a região da Ásia-Pacífico se destaca. A localidade abriga o maior número de spas (mais de 48 mil) e de fontes termais e minerais (mais de 25 mil) do mundo. Não é uma mera coincidência que muitas redes hoteleiras, que têm o bem-estar como um dos pilares de seus negócios, são originárias dessa parte do planeta.

Leia a matéria completa na edição 412

Deixe uma resposta