Brazilian Tourism under Amazon ashes | O turismo brasileiro sob as cinzas da Amazônia

The growing change in values and beliefs driving government actions from different countries, most of them representing the extreme-right vision, is worrying more and more people, especially when the subject in discussion affects all human life in our (round) planet.
Recent events in Brazil are concerning people all around the world – the Amazon rainforest is burning in flames. The president claims he is not responsible and blames NGOs (without evidence) as well as the so-called “oppositionists” who have a different view, delaying actions and resolutions to address this urgent matter. At the same time, the ministry of environment is a ‘progress and development activist’, if it makes any sense, and advocates against the environment. Other ministries are refusing to believe in data and researches provided by international institutions, except when they validate their distorted views.
At the same time, the tourism ministry strategy for Brazilian tourism are based on data from the World Economic Forum, published in 2017, indicating Brazil’s most relevant characteristic is the diverse environment heritage, which also constitutes an important aspect for tourism attractiveness.
SKIFT trend reports have already indicated the urgent need for environmental protection and projects aiming to mitigate or reduce the climate change effects, and leaders from different countries are already commissioning researches and sponsoring projects on the subject.
There is an environmental tragedy in course, and it strongly affects tourism, blurring and negatively impacting Brazil’s international image. These irresponsible actions (or inactions) must be reconsidered and maybe through international pressure Brazilian leaders could reflect and do something to change rapidly this disturbing reality.
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A crescente mudança nos valores e crenças que orientam as ações de governantes de diferentes nações, com uma clara aproximação às visões da extrema direita tem preocupado cada vez mais pessoas, especialmente quando o assunto envolve temas que afetam a vida de toda a humanidade em nosso planeta redondo.
Um dos episódios mais recentes ocorridos no Brasil tem causado preocupação em todo o mundo – as queimadas em série na floresta amazônica. O presidente se exime da responsabilidade e ataca ONGs (sem provas) e políticos com visão política diferente da sua, e não trata do tema com a urgência e relevância que o tema tem. Ao mesmo tempo, o ministro do meio ambiente é um ativista do progresso e do desenvolvimento, se é que isso faz sentido. Outros ministros assumem uma postura de desmentir dados e pesquisas elaboradas por instituições internacionais.
Ao mesmo tempo, as ações de promoção internacional do turismo brasileiro se fundamentam em dados do Forum Economico Mundial, apresentados em 2017, que indicam que o Brasil é o primeiro país do mundo em termos de riqueza e diversidade de patrimônio ambiental, e que isso se constitui um valioso atrativo turístico.
Os relatórios de tendências elaborados pela SKIFT já indicavam a urgente necessidade de ações voltadas à preservação do meio ambiente e projetos que levassem em conta a redução dos efeitos do aquecimento global, o que vem sendo feito por muitos empresários, gestores e líderes nacionais de diferentes países.
Há uma tragédia ambiental em curso, que naturalmente afeta o turismo, desgastando a imagem internacional do país. Mas, mais que isso, há ações irresponsáveis que precisam ser revistas e talvez as pressões internacionais possam fazer com que os líderes brasileiros reflitam e ajam para reverter este triste quadro.
*Por Mariana Aldrigui

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