Ação e superação

Conventions apostam na força do relacionamento 

Estruturas operacionais muitas vezes enxutas, transpiração e permanente necessidade de reposicionar as velas da ‘embarcação’. A criação do Ministério do Turismo, em 2003, cercada de forte expectativa, soprou novos ventos sobre órgãos de promoção, captação de eventos e representatividade dos destinos nacionais.

“O turismo passou a ter mais expressão”, constata Marcio Saldanha, presidente do Brasil Convention Bureau – hoje com 60 associados, empresas dos segmentos de hospitalidade, organizadores de eventos, companhias aéreas, centros de convenções e agentes de viagens, entre outras, com atividade relacionada aos pilares principais da missão do órgão. Mas as fontes de recursos não acompanham o mesmo ritmo.

O trabalho não para. Redescobrir novos canais, recorrer a campanhas, fortalecer parcerias, acordos e ações que alavanquem a imagem dos destinos, enfim, se reinventar. “A premissa é estar em permanente movimento e estabelecer uma agenda positiva”, reitera Toni Sando, presidente executivo do São Paulo Convention & Visitors Bureau, sobre a saga de compatibilizar recursos e estratégias para promover o principal destino de encontros de negócios do País.

Veja a matéria na página 28 da edição 408

 

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