O Festuris – Feira Internacional de Turismo, que será realizado entre 3 e 6 de novembro, em Gramado, irá promover uma série de debates em seu congresso. Nas manhãs dos dias 4 e 5, no Palácio dos Festivais, serão discutidos temas pertinentes ao setor de turismo, como a liberação dos jogos de azar, que está passando por análises no Plenário da Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
O painel “Legalização de Jogos e o Impacto sobre a Atividade Turística” abordará o assunto e tem mediação do jornalista Claudio Schapochnik com a presença do presidente do Instituto Jogo Legal, Magnho José, e como debatedores o presidente da Federação Nacional de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, o presidente da Associação Brasileira de Resorts, Luigi Rotunno, e o presidente do Sindetur RS, Paulo Artur Chagas de Queiroz.
“Temos um atraso de 70 anos e retirar os jogos da ilegalidade para a legalidade gera ganhos imediatos. Hoje, os jogos clandestinos movimentam R$ 20 bilhões ao ano e nem o Estado e nem a sociedade tem ganhos com isso. Com a legalização dos jogos vamos atrair mais investimentos, gerar empregos, tributos mensais para o estado e para o país”, afirma Magnho José.
O presidente do Instituto Jogo Legal acredita que a legalização dos jogos de azar no Brasil também tratará benefícios ao setor hoteleiro, inclusive criando mais postos de trabalho. “Na rede hoteleira de quatro ou cinco estrelas existem hoje cerca de 0,6 a 1 funcionário por apartamento. Caso for aprovada a legalização, pode ocorrer um aumento de 3,2 funcionários por apartamento. Os cassinos são um equipamento do turismo e geram 85 novas profissões que não existem em um hotel normal”.

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