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Brasileiros querem mais rotas aéreas

O estudo ‘O Brasil que Voa – Perfil dos Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil’, divulgado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) mostrou que o Brasil conta com 252 cidades com demanda para ocupar entre 50 e 85% das aeronaves. As três rotas aéreas mais desejadas são os trechos Rio de Janeiro (RJ) – Vila Velha (ES), seguido por Blumenau (SC) – São Paulo (SP) e Campo Grande (MS) – Rio de Janeiro (RJ).

A pesquisa indica, ainda, que 49,2% do total de passageiros viaja por motivo de trabalho e estudo e 45,3% embarca para atividades de lazer. Significa dizer que quase metade dos viajantes de avião o fazem pelo turismo. As rotas mais requisitadas atualmente são: 1ª – São Paulo – Rio de Janeiro, 2ª – Brasília – São Paulo e 3ª – São Paulo – Salvador.

No estudo da SAC foram entrevistados 150 mil passageiros em 65 aeroportos durante o ano passado, que movimentam 98% do tráfego aéreo brasileiro. Para o ministro da Aviação, Eliseu Padilha, estudar as tendências de um dos mercados que mais cresce no mundo é essencial para melhorar a qualidade do serviço. “Quando conhecemos os desejos de quem voa, estamos investindo em inteligência estratégica para decolar no setor”, afirmou.

  

Foram 206 milhões de viagens feitas no País em 2014 e 6,4 milhões de estrangeiros visitando o Brasil no ano passado. “Com os destinos conectados, o turismo ganha força para atrair não apenas os viajantes brasileiros, que no momento são a nossa grande força, como também visitantes internacionais”, disse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

Investimentos

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil, há 2.218 aeroportos e aeródromos registrados, embora parte deles não receba aviões de grande porte. O governo já investiu R$ 15,6 bilhões em aeroportos entre 2011 e 2015, e há investimentos previstos para boa parte deles.

Unir os destinos é uma das grandes apostas do Ministério do Turismo. Recentemente, o ministério fez um grande esforço para categorizar cada um dos 3.345 destinos brasileiros e analisar o nível de desenvolvimento de cada um. O objetivo é facilitar a criação de políticas públicas sob medida.

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