Grupo Tauá realiza missão focada em tecnologia na China
Durante 15 dias, o diretor de Tecnologia da Informação do Grupo Tauá, Fabio Estevez realizou uma missão de benchmarking em hotelaria na China. O objetivo foi explorar de perto as inovações que estão redefinindo a experiência do hóspede e trazer insights aplicáveis para o mercado brasileiro. O roteiro incluiu visitas ao Alibaba Hema Supermarket, Tencent, Huawei e BYD, participação nas feiras Hotelex e HDEEXPO, e conhecimento de empresas líderes em robótica, software e soluções para hotelaria e exploração de Xangai
Para o executivo, tecnologia, personalização e sustentabilidade estão no centro dessa transformação. “Xangai é um lembrete vivo de que o futuro não espera. E os hotéis ficam para trás. Foi uma oportunidade de aprender com quem está ditando o ritmo da hospitalidade no mundo”, comentou o CIO.
Estevez conta que assim que desembarcou do avião já se surpreendeu, pois havia muita gente, mas nada de filas. No hotel, um robô simpático dá as boas-vindas, carrega malas (até 100kg!) e acompanha o hóspede até o quarto. Lá dentro, o conforto é high-tech: do controle de luz e temperatura por voz até o delivery de alimentação que chega até o hóspede.
Segundo o executivo, a automação já faz parte do dia a dia e mostra como a eficiência operacional está em outro nível. Até o café da manhã entrega tecnologia: a máquina imprimiu o símbolo do Tauá na espuma do café, o que diz muito sobre como a personalização e a experiência do cliente são levadas a sério. “Lá a inovação não é só um diferencial, é parte da experiência criada sob medida. Tudo pensado para otimizar tempo, facilitar processos e surpreender o hóspede em cada detalhe”, disse.


Parece ficção científica
A China abriga o FlyZoo Hotel, uma propriedade quase 100% automatizada, criada com o intuito de resolver demandas como check-in demorado, experiência do cliente travada, custo alto com operação e um hóspede cada vez mais digital. Estevez explica que o Check-in é via reconhecimento facial, robôs entregam comida e itens no quarto, luz, temperatura e cortinas são controladas por voz (ou app), e o pagamento é automático ao final da estadia – tudo integrado ao ecossistema digital da marca e sem perder o conforto.
Os Resultados? Redução expressiva de custos operacionais, mais agilidade e uma experiência diferente de tudo o que se espera de um hotel tradicional. São inúmeros exemplos de como a inovação aliada à tecnologia bem aplicada resolvem dores reais. “Vimos uma jornada simples, fluida e centrada no usuário. E isso vale para hotelaria ou para qualquer outro negócio”, garantiu o especialista em tecnologia.
O executivo acrescenta que existe um showroom B2B em Xangai onde os hotéis compram tudo – de robôs a enxoval. “Não é sobre tecnologia. É sobre como ela amplia a experiência. Não é sobre robôs. É sobre tempo, fluidez, encantamento. Para Fabio Estevez, foi um verdadeiro passeio pelo futuro, com decisões de negócio no presente. “Se a hospitalidade já está nesse nível, como podemos desenhar o amanhã para quem nos escolhe hoje?”, indaga o diretor de tecnologia que voltou com muitas ideias disruptivas e aplicáveis.


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