Regenerar é preciso
Preservação e regeneração do ecossistema são as propostas da Comuna do Ibitipoca (MG)
Assim que nos aproximamos do Engenho Lodge, Antônio, uma arara-canindé, acompanha o carro até a entrada do casarão com seus voos rasantes. A chegada na Comuna do Ibitipoca não poderia ser mais recompensadora após uma longa viagem. As boas-vindas do Antônio seriam apenas o começo dos momentos únicos e aprendizados que estavam por vir durante a nossa estadia.
Quando falamos em Comuna do Ibitipoca, a imagem que nos vem à mente é a do Engenho Lodge – uma sede de fazenda com o lago na frente – mas ela é muito mais do que isso. Quem se hospeda por lá tem a chance de entrar em profundo contato com a natureza, com as pessoas e, acima de tudo, conhecer e apoiar as iniciativas de conservação.
Podemos definir a Comuna como um projeto socioambiental experimental que encontrou na hospitalidade uma forma de conscientizar as pessoas da necessidade de cuidar e regenerar o planeta. Com uma área de mais de seis mil hectares, que se estende pelos municípios de Lima Duarte, Bias Fortes e Santa Rita do Ibitipoca, no estado de Minas Gerais, a propriedade forma um cinturão verde ao redor do Parque Estadual de Ibitipoca.
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