Tarifas corporativas fixas ou dinâmicas? Veja prós e contras

A indústria de viagens corporativas tem inúmeras possibilidades e cabe ao gestor analisar qual é a melhor para a sua realidade. Durante o Lacte 15, evento que acontece nesta semana no WTC, em São Paulo, este foi um tema de um dos mini labs da programação, que abordou as tarifas fixas e dinâmicas na hotelaria. Segundo especialistas, o modelo híbrido é o ideal hoje.

“A hotelaria tem diversas formas de oferecer seus produtos ao mercado corporativo. Basicamente, os modelos mais comuns são os fixos e dinâmicos. A tarifa fixa é negociável com o hotéis, sem variação. Já a dinâmica flutua com base em determinados descontos”, explica o gerente regional de Vendas da Hotelaria Brasil, Victor Paulo Geertshuis. “Esses modelos são complementares e, em alguma situação, a tarifa fixa vai gerar confiança maior”, sugere.

Sobre as tarifas dinâmicas, a global account manager da Preferred Hotels & Resorts, Jessica Fabbrini, revela que esta é uma tecnologia que foi agregada de outros setores, como a aviação. “Esta é uma inteligência que a hotelaria se apropriou nos últimos anos. Além disso, os principais fatores foram o RM, Yield Management, as inovações tecnológicas e de distribuição, que representam um caminho sem volta. A dinâmica interna dos hotéis, que precisam rentabilizar os benefícios aos clientes, também exerce influência”, explica Jessica.

“A gestão da hotelaria é complexa e precisamos nos adaptar para atender esse novo viajante. Os hoteleiros devem levar esse assunto para a mesa e começar a provocação”, pontua a executiva.

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