Setor de hospedagem sofre com a inflação nos alimentos

Os itens básicos para alimentação, como arroz e feijão, tiveram um aumento significativo no preço de 28% nos mercados brasileiros. A inflação registrou alta de 0,94% no mês de outubro, sendo a maior taxa calculada desde 1995. De acordo com o Banco Central (BC), esse choque inflacionário é decorrente da continuidade da alta de preços de alimentos e bens industriais, da elevação de preços das commodities e dos programas de transferência de renda.  

Na última terça-feira (3), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou outubro com uma taxa de inflação de 0,65%. Apesar da crise no setor, a classe de despesa voltada à alimentação saiu de 1,86% para 1,69%. 

“Nosso segmento foi amplamente afetado pela pandemia da Covid-19. Agora, com a elevação dos percentuais voltados à inflação de alimentos, vemos que o empresário está passando por um momento delicado. Aos poucos, estamos conseguindo movimentar nossos estabelecimentos, entretanto, é notável que o aumento dos preços traz prejuízos a longo prazo”, comenta  Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA).

Deixe uma resposta