Programa Plant For the Planet, da Accor, chega à Colômbia

No Dia internacional do Meio Ambiente, a rede Accor celebra também a primeira década do seu programa de reflorestamento Global Plant for the Planet (PFP) e anuncia a expansão do projeto na Colômbia, focando o trabalho de preservação ambiental nas cidades de Cauca e Tolima.

O projeto completa dez anos de existência com muitos motivos para comemorar: foram mais de 630 mil árvores plantadas na Serra Canastra, localizado no Estado de Minas Gerais, e na Amazônia peruana, que equivale a uma área de 500 campos de futebol. O desenvolvimento do programa conta com ações dos hóspedes, como a reutilização das toalhas. A água economizada na lavagem das peças é destinada ao plantio.

“O Plant for the Planet é um programa global de conservação dentro do conceito de agroflorestas, ou seja, promovemos a preservação ambiental por meio de desenvolvimento econômico e social. Assim a comunidade local gera renda com as suas atividades de agricultura que suportam a preservação da floresta ao seu redor. Todos saem ganhando”, destaca Antonietta Varlese, vice-presidente sênior de Comunicação, Relações Institucionais e Responsabilidade Social Accor América do Sul.

Trabalhos realizados

Em Minas Gerais, o projeto preserva a Serra da Canastra em parceira com a ONG Nordesta. Ao longo de dez anos, já conseguiram plantar mais de 600 mil árvores de dez espécies nativas – equivalente a 450 campos de futebol  – beneficiando 891 pessoas em 41 cidades, reflorestando mais 326 hectares nas bacias do rio São Francisco.

No Peru, a ação é praticada desde 2013 no Alto da Hayabanba, na Amazônia, em conjunto com a cooperativa integrante da Fundação Amazônia Viva (ACOPAGRO). Com o trabalho desenvolvido, já conseguiram alcançar o resultado de 30 mil árvores plantadas, beneficiando mais 25 mil pessoas.

“As áreas escolhidas para plantios no Brasil e Peru são estratégicas porque possuem nascentes dos dois rios mais importantes na América do Sul. O plantio de árvores estimula a maior produção de água no Rio Amazonas e no Rio São Francisco”, explica Antonietta.

Foto de capa: Nico Wall / Pixabay

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