Evento online debate retomada do turismo em São Paulo e destaca potencial do Brasil

O debate “Broadcast São Paulo Pra Todos aconteceu na última terça-feira (2) e teve como objetivo determinar alguns direcionamentos sobre a retomada do turismo no Estado de São Paulo. A transmissão foi a primeira de uma série promovida pela Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo. A ideia é promover esses encontros virtuais a cada quinze dias.

O encontro teve a participação do secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, do secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Zurab Pololikashvil e da pesquisadora, PhD e professora da Escola de Hotelaria e Turismo da Universidade Politécnica de Hong Kong, na China, Dan Wang. 

Na transmissão ao vivo, Lummertz falou também sobre o potencial brasileiro para receber os resorts integrados a cassinos, mercado que atrai grandes investimentos, principalmente da China e do Sudeste Asiático. O secretário defende a ideia desde quando era ministro do Turismo.

“São Paulo tem diversas vantagens, como a malha aérea, já que o Estado é o principal hub da região e conta com uma rede hoteleira diversificada”, afirmou.

Exemplos de outros países

Os convidados apresentaram alguns exemplos de outros países que adotaram medidas de prevenção diante da reabertura dos serviços em seus locais. 

A professora Dan Wang falou sobre o uso da tecnologia e smart destinations – destinos turísticos inteligentes para incentivar a retomada – e falou sobre algumas medidas que passaram ser adotadas nos aeroportos chineses com serviços totalmente autônomos, evitando contato físico e aglomeração.

 “As pessoas têm necessidade de viajar, é a natureza do ser humano. As atividades comerciais vão empurrar as viagens de volta ao normal, mas a grande questão é como vamos nos preparar de forma proativa para passar confiança aos viajantes”, disse Dan Wang.

Por sua vez, o secretário-geral Pololikashvili citou o exemplo do arquipélago das Ilhas Canárias, localizado no Oceano Atlântico, na costa noroeste da África. Lá, o governo local emitirá certificados eletrônicos – uma espécie de passaporte sanitário – para certificar de que os turistas  não estão contaminados e fará o monitoramento deles.

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