Caio Calfat divulga estudo sobre o desenvolvimento de multipropriedades no Brasil

A Caio Calfat Real Estate Consulting divulgou nesta quinta-feira (25) o estudo mercadológico Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades no Brasil 2020, durante webinar com a ADIT Brasil. O relatório tem como base as informações do banco de dados da própria empresa e de uma pesquisa com 15 agentes ligados ao setor e 24 empreendimentos.

O setor de multipropriedade chega a 109 empreendimentos no País em 2020, crescendo 18% em relação ao ano passado (que teve 92). E nos últimos três anos houve um crescimento médio anual de 26% no número de empreendimentos. Para este ano, há 53 empreendimentos prontos, 39 em construção e 17 lançamentos programados. “Encerramos o relatório em março, coincidindo com o início da pandemia, e não chegamos a pegar esse período no recorte”, explica o presidente e fundador da empresa, Caio Calfat.

Os dados deste ano revelam que 18 Estados serão contemplados, com 15 novas cidades, sendo 12 destinos turísticos regionais. “Ou seja, além dos resorts que há muito tempo criam destinos, agora começamos a ver movimentos como esse na multipropriedade. O setor está entrando em destinos onde não estava, pois se alocava apenas em regiões consolidadas. Isso traz desafios, principalmente pelo nosso modelo de vendas, em que a maioria das comercializações é feita no próprio local”, ressalta o diretor da Caio Calfat Consulting, Alexandre Mota.

“Há dois anos temos um movimento de vendas online, com presença maciça nas redes sociais como Facebook e Instagram. Com a pandemia, surgiram plataformas online de multipropriedade, e a venda digital será cada vez mais uma tendência”, pontua a gerente Fernanda Nogueira.

No Valor Geral de Vendas, o VGV Potencial (que inclui lançamentos, construções e projetos prontos) é de R$ 24,1 bilhões, sendo que neste ano há R$ 13,7 bilhões em VGV Vendido. O preço médio do pacote é de R$ 56.280,28 – nesta métrica foram excluídos os empreendimentos Fasano Itaim (SP) e Incasa Residence Club (Rio Quente) por serem valores muito discrepantes da média da oferta, o que poderia gerar distorção na análise geral.

O Nordeste se destaca com o maior crescimento da oferta (32%). Na sequência está a região Sul com crescimento de 28%, com destaque para Santa Catarina, que passou de quatro para sete empreendimentos em 2020.

Clique aqui para baixar o estudo na íntegra.

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