A queridinha das refeições

Elas são praticamente irresistíveis. Seus sabores, cores, formatos e texturas são verdadeiras tentações. Difícil dizer não à sobremesa, mesmo quando se está saciado. Esse comportamento é ilustrado pela ciência. O sabor doce é um dos acionadores da dopamina, um neurotransmissor que estimula os neurônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. “Os efeitos são transmitidos pelo cérebro para todo o corpo, por isso as pessoas se sentem tão felizes quando comem guloseimas”, explica Marcieli Pereira Bandeira, nutricionista do Lapinha Spa (PR).

Para Simone Galante, CEO da Galunion – consultoria para foodservice -, este é um item complementar relevante no cardápio de um hotel, independente do tamanho ou do segmento em que atua. “Em empreendimentos com perfil executivo, o hóspede busca qualidade e conveniência em sua estada e quando opta por comer no local certamente a qualidade do produto e do serviço fazem parte da experiência”, explica.

Já em hotéis de lazer, a profissional afirma que o momento de consumo está associado a um comportamento indulgente do consumidor, o ‘eu mereço’. “Nestas ocasiões as pessoas se permitem prazeres como o de consumir doces”, diz Simone, que elenca alguns elementos importantes a serem seguidos na elaboração de um menu de sobremesas: “é preciso conhecer o perfil do cliente, seguir a identidade do hotel, saber das tendências globais e também da região de atuação, além de medir a capacidade de produção e know-how da equipe.

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