MICE garante turismo no azul
Perspectiva de melhora na economia em 2019 anima hoteleiros e organizadores de eventos
Os muitos solavancos sofridos pela economia brasileira, especialmente nos últimos quatro anos, atingiram o turismo nos seus diferentes segmentos. A estagnação econômica e, principalmente, o clima de desânimo geral fizeram com que os investimentos sofressem cortes comprometedores. A certeza de que a paralisia é a pior das estratégias, porém, fez com que o turismo de negócios e eventos se mantivesse ativo.
Seja para trabalhar, participar de eventos corporativos ou mesmo usufruir de uma viagem de incentivo, turistas rodam o mundo. O Brasil aparece entre os 10 países que mais lucram com o segmento. O turismo de negócios e eventos – ou na nomenclatura norte-americana MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions) se destaca – representa 4% do PIB e cresce acima de 14% ao ano, em média.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), a cada ano são realizadas 400 mil conferências e exposições em todo o mundo, gerando um montante de US$ 280 bilhões. Só no Brasil, a indústria MICE movimenta R$ 67 bilhões por ano.
Leia mais na página 22 da edição 407

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