A HRS, empresa especializada em reservas hoteleiras para empresas, observou que desde 2015 os valores das hospedagens corporativas caíram 25%. No entanto, para 2017, a previsão da companhia é a manutenção de preços nos hotéis das categorias Upper Midscale, Midscale e Econômico (aumento ou diminuição de menos de 1%, em média), além de elevação de preços das diárias em cerca de 4% nas categorias Luxo.
“Além disso, a medida que as tarifas se igualaram entre as categorias de Econômico e Supereconômico, os clientes que ficavam em Supereconômico buscaram maior qualidade com preços muito competitivos em hotéis Econômico”, compara Phelipe Farah, diretor de Hotels Solutions da HRS. Segundo o executivo, os clientes estão buscando hotéis de categoria inferior para reduzir custos.
De acordo com a empresa, as tarifas médias de 2016 em relação ao ano anterior em todas as capitais do país tiveram queda média de 20% em todas as regiões. Algumas cidades do interior do estado de São Paulo, por exemplo, com característica de destino de negócios, também tiveram queda, exceto Piracicaba com crescimento de 5%.
Para 2017, a expectativa é que os preços dos hotéis para os clientes corporativos tendem a ficar estagnados ou sofram uma pequena redução. Mas este cenário aponta para recuperação de preços ao longo de 2017, com ambiente de negócios similar a 2016. “Nossa recomendação é que os profissionais de vendas sejam estratégicos na negociação, apresentem valores para ganhar volume e também cobrem de seus clientes o volume prometido”, completa o executivo da HRS.

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