O chamado Slow Travel já é considerado uma tendência mundial. Seguindo os mesmos princípios do conceito de Slow Food, ou seja, a ideia de comer de forma mais calma e lenta para melhorar a experiência durante as refeições, ambos os estilos prezam por algo que se tornou negligenciado: o tempo do viajante.
Esse tipo de turismo de experiência foca em apreciar o máximo de uma única atração turística ou um destino, independente do tempo necessário para isso, ao contrário do padrão de pacotes turísticos, que seguem a ideia de ver o máximo possível no tempo disponível, muitas vezes curto.
A tendência, que remete à década de 1980 com o Slow Food, incentiva o turista a ser mais observador, a vivenciar mais a viagem, a saborear os momentos que passar.
Essa é uma das propostas do lado argentino das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Como forma de motivar o viajante a apreciar melhor as cataratas, o Parque Nacional del Iguazú, na Argentina, oferece desconto de 50% para o segundo dia de visitação.
Esse tipo de estratégia pode funcionar em outros tipos de turismo além do ambiental e natural, como o histórico e o espiritual.

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